Economia

Setor de carne vê recuperação nos embarques entre abril e maio

Essa recuperação deverá ocorrer na medida em que os principais países importadores retiraram as principais barreiras após esclarecimentos do governo

Carne: em março, por consequência do impacto da operação, o Brasil exportou 124.880 toneladas de carne in natura e processada, queda de 8% ante o mesmo mês do ano passado (Pablo Sanhueza/Reuters)

Carne: em março, por consequência do impacto da operação, o Brasil exportou 124.880 toneladas de carne in natura e processada, queda de 8% ante o mesmo mês do ano passado (Pablo Sanhueza/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 7 de abril de 2017 às 17h11.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - As exportações de carne bovina do Brasil deverão voltar a patamares próximos da normalidade entre abril e maio, após terem sido afetadas em março pelos embargos temporários impostos por importadores em reação à operação Carne Fraca da Polícia Federal, afirmou nesta sexta-feira a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Essa recuperação deverá ocorrer na medida em que os principais países importadores retiraram as principais barreiras após esclarecimentos do governo federal, que apontaram para problemas pontuais no setor de carnes.

Em março, por consequência do impacto da operação, o Brasil exportou 124.880 toneladas de carne in natura e processada, queda de 8 por cento ante o mesmo mês do ano passado, enquanto a receita somou 489 milhões de dólares, recuo de 3 por cento na mesma comparação.

No acumulado do primeiro trimestre, o Brasil exportou 331.788 toneladas, obtendo receita de 1,3 bilhão de dólares, com retrações de 7 por cento e 3 por cento ante o mesmo período de 2016, respectivamente.

Apesar dos problemas em março, exportadores de carnes mantêm projeções de embarques em 2017.

Acompanhe tudo sobre:Carnes e derivadosExportaçõesOperação Carne Fraca

Mais de Economia

Empresas do Simples estão na reta final de escolha da reforma tributária — e o mercado pode punir

Passagens aéreas ficam 14,5% mais caras em um ano; veja valores

PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026, prevê OCDE; veja os números

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'