Economia

Secretário acha cedo para comemorar arrecadação

Brasília - O secretário do Tesouro, Arno Augustin, deu a entender hoje que ainda é cedo para comemorar os resultados preliminares da arrecadação em março. "Ainda estamos avaliando e só vamos divulgar no final deste mês. Mas temos também que considerar que há um perfil de despesa em março, principalmente de sentenças judiciais, mais forte. […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h42.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - O secretário do Tesouro, Arno Augustin, deu a entender hoje que ainda é cedo para comemorar os resultados preliminares da arrecadação em março.

"Ainda estamos avaliando e só vamos divulgar no final deste mês. Mas temos também que considerar que há um perfil de despesa em março, principalmente de sentenças judiciais, mais forte. De qualquer forma, há um otimismo em termos de crescimento da receita."

Augustin participou de reunião na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara para falar sobre a execução orçamentária e o desempenho do Tesouro Nacional no mês de março.

Ontem, o secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, informou que dados preliminares mostram que a arrecadação de impostos e contribuições federais cresceu em março cerca de 7%, em termos reais (corrigidos pela inflação), se comparada com o mesmo mês do ano passado.

Em março do ano passado, a arrecadação foi de R$ 53,261 bilhões a preços correntes, e de R$ 55,723 bilhões, corrigida pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA).

O secretário disse ainda que em termos nominais (sem considerar a inflação), o crescimento da arrecadação deve ter ficado por volta de 14%.

Acompanhe tudo sobre:Tesouro NacionalImpostosLeãoOrçamento federal

Mais de Economia

Empresas do Simples estão na reta final de escolha da reforma tributária — e o mercado pode punir

Passagens aéreas ficam 14,5% mais caras em um ano; veja valores

PIB do Brasil deve crescer 2% em 2026, prevê OCDE; veja os números

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'