Economia

Seca prejudica trigo nas principais províncias da China

Forte seca afetou cerca de metade da área total de Henan, responsável por cerca de um quarto da produção total de trigo do país


	Plantação de Trigo: importações na temporada estão estimadas em 9,5 milhões de toneladas
 (Ilya Naymushin/Reuters)

Plantação de Trigo: importações na temporada estão estimadas em 9,5 milhões de toneladas (Ilya Naymushin/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de outubro de 2013 às 16h25.

Pequim - O plantio de trigo nas principais áreas de cultivo da China têm sido prejudicado por uma persistente seca, disse o Ministério da Agricultura do país nesta terça-feira, aumentando as expectativas de que as importações podem subir.

Uma forte seca afetou cerca de metade da área total de Henan, província na região central da China responsável por cerca de um quarto da produção total de trigo do país, disse o Ministério em um relatório publicado em seu website.

Qualquer persistência da seca pode ameaçar o plantio do trigo de inverno, informou o relatório. O trigo de inverno, que deve ser colhido em junho do próximo ano, representa mais de 90 por cento da produção total do país.

O governo de Henan instruiu os produtores locais a fazerem o possível para manter as áreas de trigo no nível observado no ano passado, disse a agência oficial de notícias, Xinhua, em um relatório separado.

Não há previsões de chuvas para a província até 20 de outubro, disse o relatório.

A província de Shandong, segunda maior produtora do país, também sofre com seca em diversas regiões.

A China é o maior produtor mundial de trigo, com colheita estimada em 121 milhões de toneladas em 2013/14, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA.

As importações na temporada estão estimadas em 9,5 milhões de toneladas.

Acompanhe tudo sobre:AgriculturaCommoditiesGrãosTrigo

Mais de Economia

Governo prevê economia de quase R$ 5 bi com revisão de benefício a pescadores

Governo aumenta estimativa e deve prever salário mínimo de R$ 1.509 em 2025

Secretário executivo da Fazenda diz que arcabouço fiscal será mantido até 2026 ‘custe o que custar’

Mais na Exame