Economia

Porcentual de cheques devolvidos no tri é o pior em 6 anos

O número de cheques devolvidos por falta de fundos como proporção do total de cheques movimentados atingiu 2,15% no primeiro trimestre de 2015


	Cheques: no acumulado dos três primeiros meses deste ano, a movimentação de cheques caiu significativamente
 (CarbonNYC/Creative Commons)

Cheques: no acumulado dos três primeiros meses deste ano, a movimentação de cheques caiu significativamente (CarbonNYC/Creative Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de abril de 2015 às 12h50.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Os calotes via cheques sem fundos são os mais elevados para um trimestre desde 2009, conforme a Boa Vista SCPC.

O número de cheques devolvidos por falta de fundos como proporção do total de cheques movimentados atingiu 2,15% no primeiro trimestre de 2015. Em 2009, o indicador havia subido 2,31%.

No acumulado dos três primeiros meses deste ano, a movimentação de cheques caiu significativamente.

Comparando o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, os cheques movimentados diminuíram 11%.

Na mesma base de comparação, o total de cheques devolvidos recuou 7,1%.

Separando os cheques devolvidos de pessoas físicas e jurídicas, a devolução foi 8,9% menor para as pessoas físicas e 2,1% inferior para as pessoas jurídicas.

Calotes em março

Observando o resultado de março, o porcentual de cheques devolvidos sobre os movimentados sofreu forte alta. O dado chegou a 2,27%, ante o resultado de 2,15% de fevereiro de 2015.

O indicador também foi maior na comparação com março de 2014, quando havia registrado 2,16%.

O Indicador de Cheques Devolvidos da Boa Vista SCPC é a proporção de cheques devolvidos pela segunda vez por insuficiência de fundos sobre o total de cheques movimentados.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasCaloteBoa Vista SCPC

Mais de Economia

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%