Economia

OCDE estima crescimento econômico para o Brasil

EUA, Canadá e China deverão ter expansão estável, de acordo com dados da organização


	Brasil e Reino Unido continuam sendo exceções no cenário mundial, já que a estimativa da OCDE para essas economias é de aceleração
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Brasil e Reino Unido continuam sendo exceções no cenário mundial, já que a estimativa da OCDE para essas economias é de aceleração (stock.XCHNG)

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Da Redação

Publicado em 12 de novembro de 2012 às 09h26.

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Londres - O crescimento econômico deverá se estabilizar nos próximos meses em muitos países de fora da zona do euro, que parece inclinada a um crescimento mais fraco, segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Brasil e Reino Unido continuam sendo exceções, já que a estimativa da OCDE para essas economias é de aceleração.

O indicador antecedente de atividade econômica dos 34 países membros da OCDE permaneceu inalterado em 100,2 em setembro, pelo terceiro mês seguido, em um sinal de "estabilização do crescimento". O dado tem como objetivo fornecer sinais antecipados sobre futuros pontos de viragem na atividade econômica e é baseado em uma série de informações econômicas historicamente confiáveis.

EUA, Canadá e China deverão ter expansão estável, de acordo com a OCDE. O indicador antecedente dos EUA passou de 100,8 em agosto para 100,9 em setembro; o do Canadá permaneceu em 99,7; e o da China continuou em 99,4. Brasil viu seu indicador subir de 99,4 para 99,5, enquanto Reino Unido passou de 100,1 para 100,2.

Os indicadores de Alemanha e França caíram novamente, de 99,0 para 98,7 e de 99,6 para 99,5, respectivamente. A zona do euro, cujo indicador seguiu em 99,4, parece estar crescendo apenas lentamente, segundo a OCDE. As informações são da Dow Jones.

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