Economia

México tem déficit comercial de US$ 3,25 bilhões em janeiro

As exportações, no mês passado, recuaram 1,8% em relação ao mês igual do ano anterior, para US$ 26,57 bilhões


	Plataforma de petróleo no Golfo do México: exportações da commodity caíram 47,3%
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Plataforma de petróleo no Golfo do México: exportações da commodity caíram 47,3% (AFP)

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Da Redação

Publicado em 26 de fevereiro de 2015 às 15h50.

Cidade do México - A queda acentuada nos preços do petróleo contribuiu em janeiro para um déficit comercial de US$ 3,25 bilhões no México, o que foi compensado em parte pela força nas exportações de produtos manufaturados, afirmou o Instituto Nacional de Estatística.

As exportações, no mês passado, recuaram 1,8% em relação ao mês igual do ano anterior, para US$ 26,57 bilhões.

As exportações de petróleo caíram 47,3%, para pouco mais de US$ 2 bilhões.

A estatal Petroleos Mexicanos exportou 1,26 milhão de barris por dia de petróleo bruto, acima dos 1,17 milhão de barris um ano antes, mas o preço médio caiu para US$ 40,15 por barril a partir de US$ 90,65 por barril em janeiro de 2014.

As exportações de bens não-petrolíferos aumentaram 5,7%, com um avanço de 5,6% em bens manufaturados e um ganho de 15% nas exportações agrícolas, o que mais do que compensou uma queda de 12% nas exportações de produtos de mineração.

As importações caíram 1,4%, para US$ 29,82 bilhões, em parte por causa da queda dos preços internacionais da gasolina e de outros combustíveis que o México compra do exterior.

Importações de máquinas e equipamentos aumentaram 8,1%, enquanto as importações de bens intermediários utilizados nos processos de produção recuaram 1,6%.

O déficit de janeiro foi semelhante ao saldo negativo de US$ 3,2 bilhões em janeiro de 2014, mas maior do que a mediana das estimativas de um déficit de US$ 2,2 bilhões em uma pesquisa do Wall Street Journal com oito economistas.

Corrigidos a efeitos sazonais, o déficit no mês passado foi de US$ 1,78 bilhão, com as exportações recuando 3,7% ante dezembro e as importações subindo 1,4%, segundo o instituto de estatísticas.

Fonte: Dow Jones Newswires.

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