Economia

Mantega diz que mercados reagem bem ao Fed

Ministro avaliou que mercados estão reagindo bem à decisão do Federal Reserve de começar a reduzir o programa de estímulos

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de dezembro de 2013 às 21h04.

Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou nesta quinta-feira, 19, que os mercados estão reagindo bem à decisão do Federal Reserve, o Banco Central (BC) norte-americano, de começar a reduzir o programa de estímulos à economia norte-americana.

"O programa do Fed é muito positivo porque é gradual e ele vai afetar menos a volatilidade do câmbio. Vai produzir menos volatilidade", disse o ministro, ao chegar ao ministério da Fazenda ontem. Em seguida, acrescentou: "Para o Brasil é bom, para o mundo é bom."

Segundo ele, "é claro" que sempre há oscilação e alguma flutuação no câmbio. Ele destacou, no entanto, que "notamos que já estava no preço daquilo que o mercado estava achando. Então, isso vai diminuir a possibilidade de volatilidade cambial", apontou. O ministro não respondeu a perguntas sobre o programa anunciado ontem à noite pelo Banco Central brasileiro para enfrentar o início da redução dos estímulos pelo Fed.

Diante da redução do ritmo de compras de seu homólogo, o BC também reduziu sua intervenção no mercado de câmbio de US$ 2 bilhões para US$ 1 bilhão semanais, no caso de ofertas de contratos que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. A oferta de divisas com compromisso de recompra, realizado às sextas-feiras, passará a depender das condições de mercado.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilMercado financeiroFed – Federal Reserve SystemBanco CentralMinistério da FazendaGuido MantegaPolítica monetária

Mais de Economia

Maior fábrica de ônibus elétricos do Brasil, na Via Anchieta, vai dobrar de tamanho

Jato executivo mais rápido do mundo de US$ 85 milhões será exibido em SP

Governo altera projeção de alta do IPCA em 2026 de 3,7% para 4,5%

IBC-Br: prévia do PIB cai 0,7% em março de 2026