Economia

Gasolina, etanol e diesel atingem novas máximas nos postos

O preço da gasolina atingiu média de 4,194 reais por litro nos postos do Brasil, entre os dias 14 e 20 de janeiro, alta de 0,3%

Preços: o diesel e o etanol também registraram os maiores níveis desde o início da série histórica (FeelPic/Thinkstock)

Preços: o diesel e o etanol também registraram os maiores níveis desde o início da série histórica (FeelPic/Thinkstock)

R

Reuters

Publicado em 22 de janeiro de 2018 às 11h49.

Última atualização em 22 de janeiro de 2018 às 12h34.

Rio de Janeiro - Os preços médios de gasolina, etanol e diesel voltaram a subir na terceira semana do ano nos postos do Brasil, para novas máximas nominais, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço da gasolina atingiu média de 4,194 reais por litro nos postos do Brasil, entre os dias 14 e 20 de janeiro, alta de 0,3 por cento ante os 4,183 reais por litro na semana anterior.

O valor foi uma nova máxima nominal (sem considerar a inflação), de acordo com uma série história da ANP iniciada em 2013. O diesel e o etanol também registraram os maiores níveis desde o início da série histórica.

O diesel, combustível mais consumido do Brasil, registrou média de 3,377 reais por litro na semana passada, alta de 0,3 por cento ante a semana anterior, quando a média foi de 3,368 reais por litro.

Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, teve média de 2,991 reais por litro na semana passada, alta de 0,9 por cento em relação à semana anterior, quando o preço médio foi de 2,963 reais por litro, segundos os dados da ANP, publicados na noite de sexta-feira.

Acompanhe tudo sobre:PreçosGasolinaEtanolÓleo diesel

Mais de Economia

Governo determina que distribuidoras informem margem de lucro em adesão à subvenção dos combustíveis

Tesouro planeja emitir títulos em euro após mais de uma década

Lula diz que vai enviar projeto da escala 6x1 ao Congresso nesta semana

Alckmin diz que governo deve enfrentar efeitos dos penduricalhos: 'Quem paga é o trabalhador'