Economia

Fórum das Novas Rotas da Seda defende mercado aberto e inclusivo

O plano global das Novas Rotas da Seda apresenta obras de infraestruturas transnacionais para um maior desenvolvimento entre fronteiras

Evento: o fórum reuniu chefes de Estado e de governo de países como China, Rússia, Espanha (Jason Lee/Reuters)

Evento: o fórum reuniu chefes de Estado e de governo de países como China, Rússia, Espanha (Jason Lee/Reuters)

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EFE

Publicado em 15 de maio de 2017 às 10h12.

Pequim - O Fórum das Novas Rotas da Seda terminou nesta segunda-feira com uma mensagem de rejeição a "toda forma de protecionismo" e a favor de uma "economia aberta" que garanta um comércio "livre e inclusivo".

"Nos comprometemos a promover um sistema de comércio universal regulado, aberto, não discriminatório e igualitário, sob o marco da Organização Mundial do Comércio (OMC)", diz um dos trechos do comunicado conjunto assinado pelos líderes de governos presentes no evento.

O fórum reuniu chefes de Estado e de governo de países como China, Rússia, Espanha, Argentina, Chile, Itália, Grécia e Turquia, cerca de 30 líderes e representantes de mais de 100 nações.

A China encabeça o plano global das Novas Rotas da Seda, que apresenta obras de infraestruturas transnacionais para um maior desenvolvimento entre fronteiras, inclusive no atual momento, auge dos protecionismos que geraram fenômenos como a saída do Reino Unido da União Europeia e a chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.

Os Executivos em Londres e Washington enviaram delegações ao fórum. A britânica foi liderada pelo ministro da Economia, Philip Hammond, e a americana teve Matthew Pottinger, assessor especial do presidente americano, a frente.

Os dois países mostraram apoio à iniciativa chinesa, mas insistiram em obras abertas a empresas de todo o mundo e "de qualidade".

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