Economia

EUA devem crescer 2,7% em 2010, diz FMI

Washington - O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que a economia dos Estados Unidos crescerá 2,7% em 2010 e 2,4% no próximo ano. Segundo o fundo, as políticas para criação de empregos poderá estimular o crescimento no país e no mundo. De acordo com a revisão do relatório Perspectiva Econômica Global, divulgada hoje, os países […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h43.

Washington - O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que a economia dos Estados Unidos crescerá 2,7% em 2010 e 2,4% no próximo ano. Segundo o fundo, as políticas para criação de empregos poderá estimular o crescimento no país e no mundo. De acordo com a revisão do relatório Perspectiva Econômica Global, divulgada hoje, os países em desenvolvimento da Ásia devem crescer 8,4% em 2010 e 2011, com a China se expandindo 10% neste ano e 9,7% no ano que vem.

Para o FMI, a zona do euro (que reúne os 16 países que adotam o euro como moeda) vai crescer 1% este ano e 1,6% em 2011, enquanto o Reino Unido deverá apresentar expansão de 1,3% este ano e 2,7% em 2011. Já o crescimento para o Japão é projetado em 1,7% e 2,2%, respectivamente, enquanto o Canadá deverá crescer 2,6% e 3,6%.

Nas economias da Europa Central e do Leste Europeu, a previsão é de crescimento de 2% em 2010 e de 3,7% em 2011, enquanto as economias emergentes no Hemisfério Ocidental devem crescer 3,7% e 3,8%. A projeção para a África é de expansão de 4,3% e 4,5%, respectivamente.

Bolhas de ativos

A diferença no ritmo de crescimento das diferentes regiões do mundo traz desafios significativos para os governos, uma vez que países em desenvolvimento estão enfrentando o risco de novas bolhas de ativos, em um momento em que muitas economias avançadas continuam dependendo de medidas extraordinárias, alertou o FMI. Para a instituição, as medidas de apoio à economia aumentaram os temores sobre o risco da dívida soberana. No entanto, "uma saída prematura e incoerente das políticas de sustentação pode debilitar o crescimento global e seu reequilíbrio". As informações são da Dow Jones.

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