Economia

Construção puxa vendas no varejo em outubro, diz Serasa

O movimento dos consumidores nas lojas de todo o País subiu 2,3% em outubro, depois de registrar queda de 1,9% em setembro


	Nas lojas de material de construção, o movimento teve alta de 9,9% em outubro, após um declínio de 9,7% verificado em setembro
 (Cristiano Mariz/VOCÊ S/A)

Nas lojas de material de construção, o movimento teve alta de 9,9% em outubro, após um declínio de 9,7% verificado em setembro (Cristiano Mariz/VOCÊ S/A)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de novembro de 2012 às 17h16.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O Indicador de Atividade do Comércio, divulgado nesta sexta-feira pela Serasa Experian, mostra que o varejo recuperou o dinamismo e voltou a crescer em outubro, puxado pelo segmento de material de construção.

O movimento dos consumidores nas lojas de todo o País subiu 2,3% em outubro, depois de registrar queda de 1,9% em setembro.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o indicador aumentou 13,3%. No acumulado do ano até outubro, a atividade varejista cresceu 9,5% em relação ao mesmo período de 2011.

Nas lojas de material de construção, o movimento teve alta de 9,9% em outubro, após um declínio de 9,7% verificado em setembro.

Outros destaques foram os segmentos de combustíveis e lubrificantes (5,4%) e de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática (2,4%). Apenas um dos seis segmentos do varejo analisados registrou recuo em outubro: tecidos, vestuário e calçados (-0,7%).

Os economistas da Serasa Experian, de acordo com nota divulgada pela empresa, avaliam que a expansão da atividade varejista em outubro é condizente com a trajetória de recuperação do crescimento econômico e do consumo, "tendo em vista as sucessivas reduções das taxas de juros, a presença de incentivos fiscais em setores específicos e os primeiros movimentos de recuo gradual da inadimplência dos consumidores".

Acompanhe tudo sobre:ComércioVarejoVendas

Mais de Economia

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%

Prévia do PIB: IBC-Br cai 0,2% em julho com recuo do agro