Economia

Acordo com FMI empaca e dólar tem forte alta na Argentina

O dólar oficial na Argentina fechou cotado a 3,72 pesos por dólar para a venda (a compra está cotada em 3,64). Todas as casas de câmbio da City, em Buenos Aires, registraram aumento pela procura da moeda americana, que chegou a ser cotada a 3,79 pesos/dólar _uma alta de 4,12% em um dia. O Banco […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de outubro de 2008 às 11h12.

Priorizar nos meus resultados Google

O dólar oficial na Argentina fechou cotado a 3,72 pesos por dólar para a venda (a compra está cotada em 3,64). Todas as casas de câmbio da City, em Buenos Aires, registraram aumento pela procura da moeda americana, que chegou a ser cotada a 3,79 pesos/dólar _uma alta de 4,12% em um dia.

O Banco Central argentino teve de intervir no mercado, vendendo 86 milhões de dólares. Segundo o jornal Clarín, parte deste movimento pode ser explicada pela liberação dos depósitos nos bancos.

"A alta do dólar foi acelerada por dois motivos: a negociação com o FMI, que não decola e a crise brasileira", avaliou o jornal.

Em contrapartida, o FMI continua insistindo que o país precisa coordenar uma maior liberalização do sistema bancário e cambial, com menos restrições.

Os técnicos do órgão continuam no país, liderados John Thornton, reunidos com nove funcionários do Ministério da Economia e do Banco Central. Segundo o jornal La Nacion, os técnicos defendem a liberalização, apesar de saber que o mais importante para o país neste momento é a estabilidade econômica.

Em resposta às exigências do Fundo, o ministro da Economia, Roberto Lavagna, confirmou nesta quinta-feira que o governo argentino trabalha para conseguir uma independência completa do confisco bancário. "Estamos em uma fase de convergência com o FMI", afirmou o ministro.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Economia

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%

Prévia do PIB: IBC-Br cai 0,2% em julho com recuo do agro