inteligência artificial (Imagem gerada por IA/Freepik)
Redatora
Publicado em 21 de maio de 2026 às 15h51.
Antes de aprovar novos investimentos em inteligência artificial, CEOs e conselheiros deveriam fazer uma pergunta simples — e incômoda: a empresa sabe exatamente que decisão está tentando melhorar com IA?
A resposta, em muitos casos, ainda é vaga. Há pilotos em andamento, ferramentas sendo testadas, áreas pressionando por orçamento e concorrentes anunciando projetos.
Mas, no alto escalão, a discussão nem sempre chegou ao ponto mais importante: onde a IA realmente gera valor para o negócio — e onde apenas cria ruído, custo e exposição?
Esse é o risco. Não investir em IA pode deixar uma empresa para trás, mas investir sem critério pode ser igualmente caro.
A IA deixou de ser apenas uma pauta de eficiência ou tecnologia. Ela já afeta marketing, jurídico, RH, financeiro, operações e atendimento.
Ela também pressiona temas sensíveis: governança, reputação, regulação, accountability e velocidade de adoção. Por isso, a pergunta que deveria chegar ao conselho não é apenas técnica — mas sim estratégica.
É para ajudar executivos a responder esse tipo de pergunta que a Saint Paul criou o PIACC One-Day Edition.
Em um único dia, CEOs, conselheiros e C-levels participam de uma imersão sobre IA como decisão de negócio — não como assunto de TI.
O programa reúne leitura de tendências, discussão sobre liderança e julgamento humano, experimentação prática de ferramentas e análise de ética, governança e risco.
Não é sobre virar especialista em IA, mas sobre deixar de adiar as decisões que sua empresa precisa tomar sobre ela.