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Relembre nove empresas que promoveram ações sociais durante à pandemia

Empresas utilizaram seus recursos para minimizar os impactos causados pela covid-19, atuando com responsabilidade social

Com o cenário de covid-19, empresas dos mais diversos segmentos e portes se mobilizaram e colocaram em prática projetos e ações que ajudaram a contribuir de alguma forma para a diminuição do impacto da pandemia no país. E, para relembrar, listamos algumas companhias que se esforçaram para auxiliar a população com as mais diversas iniciativas durante esse momento.

Nubank

O Nubank criou um fundo de R$ 20 milhões para apoiar seus clientes em atendimento médico e psicológico remoto via vídeo, pedidos de supermercados e farmácias, entre outros serviços. A empresa segue praticando ações para minimizar os impactos do coronavírus na vida financeira de seus clientes, avaliando casos relativos a empréstimo pessoal e pagamento da fatura estão em canais de atendimento.

Positivo Tecnologia

A Positivo Tecnologia mobilizou suas equipes no Brasil, China e Taiwan, negociando prazos e preços de peças específicas para aumentar a capacidade de produção de ventiladores pulmonares da empresa Magnamed no Brasil. O projeto entregou 6.500 unidades do dispositivo ao Ministério da Saúde em tempo recorde. Além disso, apoiou a Hilab, empresa que realiza testes digitais para identificar anticorpos reagentes ao coronavírus. A colaboração permitiu aumentar a capacidade de produção para 20 milhões de testes por mês. O teste rápido de sangue fornece o resultado em apenas dez minutos.

Para além dos esforços tendo a tecnologia e sua expertise como foco, outra importante iniciativa foi a doação de 60 cilindros de oxigênio, com capacidade de 50 litros, feita pela companhia a instituições públicas de saúde da região metropolitana de Manaus (AM), em meio à crise de falta de oxigênio na região.

Além disso, ajudou a diminuir as barreiras no processo de vacinação, com a adesão ao Movimento Unidos pela Vacina. Por meio do projeto idealizado pelo Grupo Mulheres do Brasil, a empresa doou computadores a secretarias municipais de saúde, após o levantamento da necessidade desses equipamentos para que os dados de imunização se mantivessem atualizados.

McDonald’s

A rede de restaurantes fast food doou, durante um fim de semana, refeições para profissionais da saúde no estado de São Paulo, o projeto foi expandido para uma semana por meio do programa Bom Vizinho, oferecendo alimentação para 29 instituições em 22 cidades. A empresa ultrapassou a marca de 50 mil combos entregues a quem estava na linha de frente do combate ao novo coronavírus. A campanha refletiu o caráter humano empregado no dia a dia da empresa, em mensagens de apoio e agradecimento enviadas junto com as refeições.

Westwing

A Westwing, plataforma de casa, decoração e lifestyle, promoveu a campanha solidária “Fome de Ação” em parceria com a Cufa (Central Única das Favelas), para beneficiar as Mães da Favela. Por meio do engajamento dos clientes da companhia, foi possível apoiar as mães, chefes de família e moradoras de favelas, mulheres com dificuldades para prover o sustento de sua casa. A iniciativa arrecadou cestas digitais que puderam ser revertidas também em outras necessidades da família, como o gás de cozinha ou algum alimento de fora de uma cesta básica convencional. Durante o período da campanha, a empresa destinou R$ 3,00 a partir de cada pedido realizado para a ação.

Google e Zoom

O Google doou quase R$ 150 milhões apenas no Brasil para aliviar os efeitos da crise no país, o valor foi enviado a campanhas de combate à fome, grupos mais impactados e como forma de crédito em anúncios. Além disso, a empresa e o Zoom disponibilizaram ferramentas de videoconferência, antes exclusivas para assinantes, para que empresas e famílias pudessem se comunicar à distância com mais facilidade.

Banco BV

O BV doou R$ 30 milhões e realizou uma campanha para arrecadar recursos que foram destinados à compra de insumos hospitalares e distribuiu itens de primeira necessidade a projetos sociais que já mantinham relacionamento.

Adquiriu 50 respiradores em parceria com o governo do estado de São Paulo e entregou auxílios de R$ 300 em vale-alimentação a 1.400 famílias em estado de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, atendidas pelo Instituto Reação.

Outra grande campanha da instituição financeira foi a arrecadação online realizada por meio da plataforma Abrace uma Causa, em que a cada um real doado por pessoa física, o banco BV doou a mesma quantia, até chegar ao total de R$ 10 milhões de reais. Os valores arrecadados beneficiarão todas as regiões do país, priorizando as localidades mais impactadas pelo novo coronavírus, assim como hospitais, famílias atingidas pela doença e em estado de vulnerabilidade social.

Magazine Luiza

A grande rede de varejo doou R$ 10 milhões em equipamentos e outros itens de tratamento da doença. Com o valor, foram comprados respiradores artificiais, leitos, colchões e travesseiros para equipar hospitais públicos e filantrópicos no Brasil.

A Magalu doou, também, monitores cardíacos para o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, e ventiladores pulmonares para uma unidade do Sistema Único de Saúde (SUS), que fica na Vila Guilherme, bairro onde está a sede da empresa, também em São Paulo, e para a Santa Casa de Franca, no interior do estado.

Além dessas ações, por meio da Communitas, organização da sociedade civil que promove parcerias entre os setores público e privado, a companhia destinou mais R$ 2 milhões para a compra de ventiladores pulmonares para São Paulo, R$ 1 milhão para a ONG Amigos do Bem e quatro mil colchões e travesseiros para os governos estaduais do Pará e da Bahia.

Itaú

Por meio da Fundação Itáu para Educação e Cultura e do Unibanco, a instituição ajudou na infraestrutura hospitalar e na compra de cestas básicas e kits de higiene doando mais de R$ 150 milhões. O objetivo da empresa foi reforçar que os recursos de grandes companhias são uma forma de apoiar comunidades vulneráveis, auxiliando no tratamento dos doentes e a conter o vírus.

Ao implementar essas iniciativas, as companhias inspiraram novas responsabilidades e uniram forças para minimizar os impactos causados pela pandemia, demonstrando que há maneiras de fortalecer a sociedade, se cada uma fizer sua parte, usando a sua própria expertise e seus recursos.

Burger King Brasil 

Logo no início da pandemia, a companhia que detém o licenciamento das marcas Burger King e Popeyes no país, anunciou a doação de verbas para a prevenção e controle do coronavírus. Parte de toda a renda líquida dos sanduíches vendidos na rede no mês de março de 2020 foi destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, pensando em preservar a saúde mental de seus colaboradores, a empresa criou o Confio, uma solução de atendimento aos colaboradores e familiares, gratuita, que funciona 24 horas, sete por dias por semana e de forma sigilosa, pois eles não precisam passar pelo gestor para obter acesso. O programa faz a orientação em três grandes frentes: financeira, psicológica e jurídica.

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