Brasil

Chefes de estado parabenizam Lula, novo presidente do Brasil

Chefes de estado da França, Argentina, México, Chile e Canadá enviaram seus cumprimentos ao novo presidente via perfis nas redes sociais.

Emmanuel Macron: presidente francês apontou que, com o novo presidente, poderá renovar a amizade entre os dois países (AFP/AFP)

Emmanuel Macron: presidente francês apontou que, com o novo presidente, poderá renovar a amizade entre os dois países (AFP/AFP)

Marília Almeida
Marília Almeida

31 de outubro de 2022, 13h24

Os chefes de estado da França, Argentina, Chile e Canadá enviaram seus cumprimentos ao novo presidente eleito do Brasil, Luíz Inácio Lula da Silva (PT), via perfis nas redes sociais.

O presidente francês, Emmanuel Macron, mandou os parabéns ao novo mandatário do país no Twitter. e apontou que a eleição "abre uma nova página na história do Brasil". "Juntos, nós poderemos unir forças para enfrentar os numerosos desafios em comum e renovar a amizade entre nossos dois países".

O presidente Argentino, Alberto Fernández, parabenizou o presidente eleito, Luíz Inácio Lula da Silva (PT), via Twitter.

O chefe de estado Argentino apontou que a vitória de Lula "abre um novo tempo para a história da América Latina. Um tempo de esperança e de futuro que começa hoje mesmo. Aqui você tem um companheiro para trabalhar e sonhar grande com o bem estar de nossos povos".

Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, também mandou uma mensagem ao novo presidente. "Eu tenho pressa em trabalhar com Lula, reforçar a parceria entre nossos países (...) e desenvolver as nossas prioridades comuns  - como a proteção ao meio-ambiente".

O presidente do Chile resumiu o sentimento pela eleição do novo presidente com "Alegria", ao compartilhar um post do novo presidente, no qual escreveu "Democracia".

Para Andrés Manuel Lopez Obrador, presidente do México, com o novo presidente haverá "igualdade e humanismo".

Zelensky, presidente da Ucrânia, diz cofiar numa "colaboração ativa" com Lula.

Eleito pela terceira vez presidente da República com 59 milhões de votos, em 30 de outubro de 2022, o petista retoma o poder, dessa vez, ao lado do ex-adversário Geraldo Alckmin (PSB), agora seu vice. Lula agora conta com o apoio de diversos outros nomes que, quatro anos atrás, estavam do outro lado do tabuleiro político. 

A vitória significa uma nova oportunidade para a esquerda brasileira. Lula passou os últimos anos tentando provar ser inocente de acusações de corrupção e buscando reerguer o Partido dos Trabalhadores, abalado pela onda antipetista que, em 2018, levou o ex-deputado federal de direita Jair Bolsonaro à Presidência e resultou na eleição do Congresso mais conservador desde a redemocratização do país.

Parte dessas tarefas, Lula precisou fazer da cadeia. O ex-presidente ficou 580 dias preso em Curitiba, após ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro pelo então juiz federal Sergio Moro, que conduzia a Operação Lava Jato. As decisões de Moro foram anuladas depois pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por incongruências no processo.