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"Não é um governo fraco, é um governo que age", diz Carvalho

Segundo Gilberto Carvalho, os povos indígenas também o acusam de não promover as demarcações. "Não subestimem a firmeza dos nossos propósitos", afirmou

Para o ministro, há muita falta de informação sobre o assunto. Citando o Mato Grosso do Sul, ele garantiu que a área a ser demarcada será de 2,6% do território e não 30%. "Não vamos fazer a paz pisando em cima de direitos", concluiu (Agência Brasil)
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Da Redação

Publicado em 26 de junho de 2013 às 17h10.

Brasília - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, negou nesta quarta-feira que seu gabinete seja "palco de agitações" e rebateu as criticas da bancada ruralista de que o governo seja omisso na questão da demarcação de terras indígenas.

"Não é um governo fraco, é um governo que age", respondeu, ao participar de audiência na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

Após ouvir dos parlamentares que o governo é responsável pelos conflitos no campo e por ter funcionários do gabinete participando de protestos, Carvalho evitou responder o que chamou de "provocações".

Segundo ele, os povos indígenas também o acusam de não promover as demarcações. "Não subestimem a firmeza dos nossos propósitos", afirmou.

Para o ministro, há muita falta de informação sobre o assunto. Citando o Mato Grosso do Sul, ele garantiu que a área a ser demarcada será de 2,6% do território e não 30%. "Não vamos fazer a paz pisando em cima de direitos", concluiu.

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Brasília - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, negou nesta quarta-feira que seu gabinete seja "palco de agitações" e rebateu as criticas da bancada ruralista de que o governo seja omisso na questão da demarcação de terras indígenas.

"Não é um governo fraco, é um governo que age", respondeu, ao participar de audiência na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

Após ouvir dos parlamentares que o governo é responsável pelos conflitos no campo e por ter funcionários do gabinete participando de protestos, Carvalho evitou responder o que chamou de "provocações".

Segundo ele, os povos indígenas também o acusam de não promover as demarcações. "Não subestimem a firmeza dos nossos propósitos", afirmou.

Para o ministro, há muita falta de informação sobre o assunto. Citando o Mato Grosso do Sul, ele garantiu que a área a ser demarcada será de 2,6% do território e não 30%. "Não vamos fazer a paz pisando em cima de direitos", concluiu.

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