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Aloysio Nunes é recebido pelo secretário de Estado americano

A reunião aconteceu dois dias depois de Nunes participar de um encontro de chanceleres na OEA para falar sobre a situação na Venezuela

Washington - O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, recebeu nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, em um encontro que, segundo o governo americano, se centrou na relação econômica bilateral e na situação na Venezuela.

Tillerson se reuniu no Departamento de Estado com Aloysio e afirmou aos jornalistas que estava "encantado" de recebê-lo em Washington.

A porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, assegurou depois em um comunicado que tanto Tillerson como Nunes tinham destacado "a solidez das relações bilaterais entre ambos países e a importância da aliança entre Estados Unidos e Brasil".

O titular de Relações Exteriores americano "agradeceu ao seu homólogo o apoio do governo do Brasil em uma série de temas, incluindo o compromisso (comum) de promover o crescimento econômico, o investimento e a criação de emprego em ambos países", indicou Nauert.

"Os dois líderes também falaram sobre a nossa cooperação em temas de aplicação da lei, segurança, e assuntos regionais e globais, incluindo a situação na Venezuela", concluiu a porta-voz.

A reunião aconteceu dois dias depois de Nunes participar de um encontro de chanceleres na Organização dos Estados Americanos (OEA) para falar sobre a situação na Venezuela, onde tanto os EUA como o Brasil defenderam uma postura mais dura do organismo perante a crise política e humanitária nesse país.

O comunicado americano não mencionou a crise política no Brasil, onde o presidente Michel Temer é investigado pelo Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção passiva, obstrução à justiça e participação em organização criminosa.

O governo de Donald Trump evitou pronunciar-se sobre a situação política no Brasil, além de expressar a sua confiança na capacidade do país para superar a crise.

"Estamos a par das acusações (contra Temer) e temos confiança nas instituições do Brasil", afirmou à Agência Efe no final de maio uma funcionária do Departamento de Estado americano, que pediu anonimato.

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