Tecnologia

Pesquisador mostra como hackear Face ID do iPhone X

O pesquisador enganou o iPhone usando uma máscara feita com uma impressora 3D, silicone e fita crepe

Ngo Tuan Anh com máscara 3D do seu rosto e seu iPhone X (Kham/Reuters)

Ngo Tuan Anh com máscara 3D do seu rosto e seu iPhone X (Kham/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 14 de novembro de 2017 às 15h54.

Hanói - Um pesquisador no Vietnã demonstrou como aparentemente enganou o software de reconhecimento facial da Apple no novo iPhone X usando uma máscara feita com uma impressora 3D, silicone e fita crepe.

O anúncio divulgado na sexta-feira pela Bkav, empresa vietnamita de segurança cibernética, diz que hackeou o Face ID da Apple e um vídeo aparentemente mostrando um iPhone sendo desbloqueado quando apontado para uma máscara, foi recebido com algum ceticismo.

Ngo Tuan Anh, vice-presidente da Bkav, fez várias demonstrações à Reuters, primeiro desbloqueando o telefone com o rosto e depois usando a máscara. Pareceu funcionar todas as vezes.

Mas ele se recusou a registrar uma identificação de usuário porque, segundo ele, o iPhone e a máscara precisam ser colocados em ângulos muito específicos, e a máscara deve ser refinada, processo que ele disse que poderia levar até nove horas.

A Apple não quis comentar, direcionando os jornalistas a uma página em seu site que explica como o Face ID funciona.

Essa página diz que a probabilidade de uma pessoa aleatória desbloquear o telefone de outro usuário com o rosto era de aproximadamente uma em um milhão, ante uma em 50 mil para o scanner de impressão digital usado anteriormente.

Ela também diz que o Face ID permite apenas cinco tentativas sem sucesso antes de uma senha ser exigida.

yt thumbnail
Acompanhe tudo sobre:AppleHackersiPhone X

Mais de Tecnologia

Guia completo: como configurar sua conta do Instagram no modo privado

Tim Cook, CEO da Apple, promete doações para vítimas de enchentes no Rio Grande do Sul

A conexão humana e digital fez a diferença para a Stefanini no Rio Grande do Sul

Enchentes no RS: páginas ajudam na localização de resgatados e busca por abrigos

Mais na Exame