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Carros conversarão entre si

Por volta de 2016, os automóveis trocarão informações Isso será bom para o tráfego e ainda mais para a segurança

São Paulo — Por volta de 2016, os automóveis trocarão informações entre si, o que deverá ajudar a melhorar o trânsito e a segurança nas cidades e estradas. 

Desde 1958, quando a General Motors colocou para rodar um Chevrolet Impala comandado por um robô, o sonho de ter automóveis de série pilotados por robôs virou apenas uma promessa. O problema é o custo para massificar a tecnologia, ainda restrita aos protótipos.

Uma frota com uma dezena desses carros com um sistema projetado pela Google já rodou cerca de 225 mil quilômetros em testes, controlados por câmeras, sensores de radar e laser (por questões de legislação e de segurança, ainda são supervisionados por um humano pronto para entrar em ação em caso de emergência). Até agora não houve nenhum incidente maior, mas os veículos circulam apenas em itinerários previamente mapeados, em um sinal de que esta tecnologia dos veículos movidos a robôs ainda não será para logo.

Para as massas, um próximo passo poderá acontecer em 2016, nos Estados Unidos. Sistemas de radar interligarão carros de várias marcas e farão, na prática, os carros "conversarem entre si", trocando informações. "Já estamos testando esse sistema, com um radar com ondas curtas e GPS", diz Sue Cischke, vice-presidente da Ford.

"Emitidas a cada décimo de segundo, em um ângulo de 360 graus ao redor do automóvel, as ondas do radar automotivo permitirão identificar a chegada de outro veículo pouco antes de um cruzamento ou no sentido contrário, numa curva muito fechada", explica Sue. Se o sistema detectar uma situação de risco, uma luz no painel e um alarme vão alertar o condutor. Anualmente, cerca de 50 mil acidentes acontecem nas ruas e estradas americanas pela falta de entendimento entre motoristas de veículos diferentes em intersecções.

O mesmo sistema de interconexão poderá ser usado para trocar informações sobre o tráfego e desviar automóveis para rotas menos carregadas, reduzindo os congestionamentos. Considerando que, apenas nos Estados Unidos são desperdiçados, anualmente, 4,8 bilhões de horas e 15 bilhões de litros de gasolina por causa dos congestionamentos, trata-se de uma boa notícia.

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