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Asus faz sucesso com tablet que vira netbook

O Asus Transformer, tablet que pode ser transformado num netbook, chega a 400 mil unidades vendidas em três meses

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O tablet Transformer TF101, da Asustek, pode ser acoplado a um teclado, o que o transforma num netbook (Reprodução)

O tablet Transformer TF101, da Asustek, pode ser acoplado a um teclado, o que o transforma num netbook (Reprodução)

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Maurício Grego

Publicado em 18 de julho de 2011 às, 16h02.

São Paulo — O Asus Eee Pad Transformer TF101, peculiar tablet da Asustek (mais conhecida pela marca Asus, que usa em seus produtos) que pode ser transformado num netbook, teve 400 mil unidades vendidas em apenas três meses. A estimativa de vendas do Transformer foi feita pelo noticiário Digitimes, de Taiwan, com base em informações de empresas que fornecem componentes para o tablet. Conforme o produto é oferecido em mais países, o número tende a crescer, e pode somar mais de 4 milhões de unidades até o fim do ano. É um total respeitável, que mostra que a ideia de um equipamento híbrido, que pode ser usado como netbook ou tablet, é atraente para parte dos consumidores.

Segundo o site, a Asus encomendou lotes de 400 mil a 500 mil unidades mensais da tela de cristal líquido do Transformer. Encorajada pelo sucesso inicial, a empresa estaria se preparando para elevar o número de aparelhos fabricados para algo entre 4 e 4,5 milhões ao longo deste segundo semestre. O Transformer é manufaturado pela Pegatron, empresa de fabricação terceirizada que se desmembrou da Asustek no ano passado. O Digitimes observa que o sucesso do Transformer já trouxe resultados positivos para a montadora. A receita da Pegatron subiu 52% em junho, atingindo 1,6 bilhão de dólares, o maior valor mensal desde dezembro de 2009.

O camaleão dos tablets

O Transformer tem tela de 10,1 polegadas e roda o sistema operacional Android, do Google. Também possui duas câmeras, como outros aparelhos similares. O que o torna diferente é poder ser acoplado a um teclado (vendido separadamente), ficando com a aparência de um netbook.O teclado possui bateria própria. Quando ele é usado, a autonomia sobe de 9,5 para 16 horas de uso sem recarga das baterias, segundo a Asustek. Além disso, o teclado acrescenta novas conexões para TV (HDMI) e para unidades de disco e impressora (USB) ao tablet, além de um leitor para cartões de memória. O tablet tem apenas conexão Wi-Fi para acesso à internet. Uma versão com conexão celular 3G está prometida para este segundo semestre.

Nos Estados Unidos, lojas como a Amazon vendem o tablet por US$ 400 (na versão com 16 gigabytes de memória, a mais barata), US$ 100 a menos que o preço do iPad 2. É razoável supor que o preço mais baixo tenha ajudado a estimular as vendas. O teclado opcional custa mais US$ 150. Ninguém espera que o Transformer vá dominar o mercado ou ameaçar a liderança do iPad 2. Mas seu relativo sucesso mostra que uma parte dos consumidores quer ter um teclado físico no tablet, uma constatação que pode inspirar outros fabricantes a elaborar produtos semelhantes. Segundo a Asustek, o tablet começará a ser vendido no Brasil entre o fim de julho e o início de agosto. A empresa não divulgou preços no Brasil. 

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