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1. Elas causaram “frenesi”
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1/12 (Montagem)
São Paulo - O Instituto Internacional para a Exploração de
Espécies, da Universidade do Arizona, lançou o seu “Top 10” das novas espécies de
animais, plantas e fungos que mais causaram frenesi no ano passado. A lista, tão vasta quanto surpreendente, é mais uma prova da necessidade urgente de se preservar a rica
biodiversidade do Planeta. Do tímido macaco “loiro” do Congo, passando por baratas brilhantes ao menor vertebrado do mundo, uma rã de apenas 7 mm que cabe numa moeda, conheça nos próximos slides as espécies recém-descobertas mais incríveis.
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2. Macaco Lesula
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2/12 (Maurice Emetshu)
Descoberto na República Democrática do Congo, o lesula é um macaco do Velho Mundo bem conhecido pelos moradores da região, mas descrito apenas em 2012 pela ciência. Ele apresenta comportamento tímido, e chama atenção pela pelugem aloirada e olhos cor de mel. Apesar de viver em florestas remotas, sendo raramente avistada, a espécie é considerada vulnerável por ser caçada por sua carne.
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3. Violeta liliputian
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3/12 (Hugh H. Iltis and Harvey Ballard)
Encontrada no alto dos Andes do Peru, a violeta Liliputian está entre as menores violetas do mundo. As amostras foram coletadas pela primeira vez em 1960, mas a espécie só foi descrita como nova em 2012. Acima do solo, a planta mede apenas um centímetro de altura.
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4. Menor vertebrado do mundo
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4/12 (.)
Não bastasse caber com folga numa tampinha de creme dental, a rã Paedophryne amauensis é o menor vertebrado do mundo, atingindo na fase adulta um comprimento entre 7 e 8 milímetros. Foi através de seu coaxar estridente (mais parecido com o de um inseto do que de um sapo) que uma equipe de pesquisadores da Universidade de Lousiana conseguiu achá-lo, perdido entre um montinho de folhas caídas numa floresta em Nova Guiné. A descoberta foi revelada em janeiro em um artigo publicado na revista científica PLoS On ano passado.
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5. Esponja de Cítara
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5/12 (MBARI)
Com formas que remetem a uma harpa, essa esponja carnívora foi descoberta em águas profundas do nordeste do Oceano Pacífico, ao largo da costa da Califórnia. Sua forma incomum maximiza a área da superfície de contato para captura de presas planctônicas.
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6. Cobra comedora de caracois (Sibon noalamina)
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6/12 (Sevastian Lotzkat)
Essa nova espécie de cobra foi descoberta nas montanhas florestas tropicais do Panamá. Ela tem hábitos norurnos e caça presas de corpo mole incluindo minhocas e ovos de anfíbios, além de caracois e lesmas. Inofensiva, ela defende-se imitando os alternados aneis escuros e claros da cobra coral venenosa.
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7. Baratas luminosas
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7/12 (Peter Vrsansky & Dusan Chorvat)
Luminescência entre animais terrestres é bastante rara e mais conhecida entre os vários grupos de besouros e vaga-lumes. Desde a primeira descoberta de uma barata luminescente, em 1999, entretanto, mais de uma dúzia de espécies estão (com o perdão do trocadilho) "vindo à luz". Todas são raras, e curiosamente, até agora, encontradas apenas em áreas remotas, longe da poluição luminosa das cidades. A mais recente adição à lista é a barata L. luckae, que segundo cientistas está ameaçada ou, possivelmente, já extinta. Esta barata é conhecido a partir de um único espécime coletado há 70 anos de uma área fortemente impactada pela erupção do vulcão Tungurahua. A espécie é ainda mais notável porque o tamanho a localização de suas “lâmpadas” sugerem que ele está usando a luz para imitar besouros luminescentes tóxicos, a fim de se proteger.
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8. Um inseto social (Semachrysa jade)
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8/12 (Guek Hock Ping)
Foi graças às mídias sociais que Semachrysa jade apareceu para o mundo. Primeiro, Hock Ping Guek fotografou o belo crisopídeo com manchas escuras na base de suas asas em um parque perto de Kuala Lumpur e compartilhou sua foto no Flickr. Shaun Winterton, um entomologista da Califórnia, por acaso viu a imagem e considerou o inseto incomum. Guek então coletou uma amostra e enviou para Stephen Brooks, no Museu de História Natural de Londres, que confirmou seu novo status de espécie. Os três se uniram e prepararam uma descrição usando o Google Docs.
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9. Fungo da Arte Paleolítica (Ochroconis anomala)
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9/12 (Pedro M. Martin-Sanchez/ASU)
Em 2001, manchas pretas começaram a aparecer nas paredes da caverna de Lascaux, na França. Em 2007, as manchas eram tão grandes que se tornou motivo de preocupação para a a equipe de conservação da arte rupestre do local, que datam do período paleolítico. Até onde os cientistas sabem, este fungo - uma das duas novas espécies do gênero de Lascaux - é inofensivo.
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10. Arbusto em perigo (Eugenia petrikensis)
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10/12 (David Rabehevitra/ASU)
Eugenia é uma das sete novas espécies descritas da floresta litorânea do leste de Madagascar e é considerada em extinção. Ela cresce cerca de dois metros, apresenta arbusto esmeralda verde e folhas levemente brilhantes com belos cachos e flores magentas. A espécie já formou uma faixa de 1.600 quilômetros de comprimento na floresta tropical de Madagascar, mas foi reduzida com a pressão humana.
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11. Mosca jurássica (Juracimbrophlebia ginkgofolia)
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11/12 (Wang, Labandeira, Shih and Ren /ASU)
Algumas espécies de moscas podem ser encontradas penduradas sob a folhagem na tentavivda de capturar outros insetos como alimento. O fóssil de uma nova espécie do tipo, a Juracimbrophlebia ginkgofolia, foi encontrado junto com as folhas preservadas de uma árvore de gingko, na China.
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12. Exemplos a serem seguidos
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12/12 (.)