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Marilyn Monroe: há mais de 60 anos como o marco do símbolo americano

Filmes, documentários e festas relembram a história de Marilyn Monroe no aniversário de 60 anos de sua morte
Ana de Armas como Marilyn no filme Blonde: críticas pelo sotaque (Netflix/Divulgação)
Ana de Armas como Marilyn no filme Blonde: críticas pelo sotaque (Netflix/Divulgação)
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Julia StorchPublicado em 18/08/2022 às 06:00.

Em maio deste ano, o nome de Marilyn Monroe voltou ao centro das atenções. O famoso vestido usado pela atriz californiana enquanto cantava parabéns ao presidente John F. Kennedy foi emprestado para Kim Kardashian para o Met Gala. O tema do evento era a Era Dourada dos Estados Unidos.

Qual é a coisa mais americana em que você pode pensar? Marilyn Monroe”, disse Kardashian sobre a escolha da peça icônica. Após o evento, as pesquisas no Pinterest por “Marilyn Monroe icon” cresceram sete vezes e o termo “Marilyn Monroe ­tattoo” teve aumento de 95%. Símbolo de liberdade sexual na época, a atriz ainda tem muitas questões expostas e reveladas atualmente, mesmo 60 anos após a sua morte.

Alguns dias antes do evento de moda, a Netflix lançou o documentário O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas, sobre a fatídica noite de 4 de agosto de 1962, data de falecimento de Marilyn. Vinte anos mais tarde, o caso foi reaberto com novas informações sobre a investigação sobre a morte da atriz, com áudios até então inéditos.

Mas ainda há espaço para mais dramatização em torno da atriz de cabelos loiros. Desta vez, quem dará corpo e voz à Marilyn será a atriz cubana (e morena) Ana de Armas, no longa Blonde, que estará no mês que vem na Netflix.

Criticada nas redes sociais pelo sotaque cubano, Armas teve a atuação defendida pelo grupo que mantém o espólio de Marilyn. “Com base apenas no trailer, parece que Ana foi uma ótima escolha de elenco, pois captura o glamour, a humanidade e a vulnerabilidade de Marilyn. Mal podemos esperar para ver o filme na íntegra”, disse Marc Rosen, presidente de entretenimento do Authentic Brands Group (ABG), dono do Marilyn Monroe Estate à Vanity Fair.

Já a caracterização de Armas é impecável ao vestir réplicas de peças memoráveis, como o vestido rosa do filme Os Homens Preferem as Loiras (1953) e o branco com frente única do longa O Pecado Mora ao Lado (1955). O figurino é assinado por Jennifer ­Johnson, que também produziu as peças da patinadora Tonya Harding no filme Eu, Tonya.

Blonde é baseado no best-seller homônimo de Joyce Carol Oates, que reimagina a vida da atriz desde a infância volátil como Norma Jeane até a fama e os relacionamentos, e mistura realidade e ficção e o lado público e o lado privado da atriz. A estreia acontece no Festival de Veneza, a partir de 31 de agosto, e chega à ­Netflix em 28 de setembro.

Blonde | Estreia: 28 de setembro | Netflix


LIVRO

Com a palavra, Caetano 

(Divulgação/Divulgação)

Seguindo o conterrâneo Gilberto Gil, Caetano Veloso ganha agora um livro dedicado às suas composições. Em Letras, foram compiladas as mais de 300 canções escritas por Veloso ao longo de quase seis décadas. A obra começa com sua produção mais recente, o disco Meu Coco (2021), e vai até as primeiras músicas. “Sinto alegria diante desse monte de peças construídas com pouco rigor, apesar de com muito amor”, escreve Veloso.

Letras, Caetano Veloso | Organização: Eucanaã Ferraz | Companhia das Letras | 129,90 reais


EXPOSIÇÃO

Museu de novidades 

(Divulgação/Divulgação)

Em comemoração ao bicentenário da Independência, o Museu do Ipiranga será reaberto após nove anos de ampliação e restauro. Entre as novidades haverá um novo espaço de 6.800 metros quadrados com uma nova entrada integrada ao Jardim Francês, bilheteria, café, loja, auditório e uma sala de exposições temporárias. Para a inauguração, haverá 12 exposições, sendo 11 de longa duração sobre a sociedade brasileira e uma mostra temporária intitulada Memórias da Independência.

Museu do Ipiranga | Reabertura: 7 de setembro | Rua dos Patriotas, 20 | São Paulo


FILME

Harry Styles em três versões

O jovem britânico ataca na música, na moda e no cinema 

Harry Styles e Emma Corrin em My Policeman: relação afetiva (Courtesy/Prime Video/Divulgação)

Este tem sido um ano repleto de lançamentos para o jovem artista britânico Harry Styles. Em maio, foi divulgado seu terceiro álbum, Harry’s House, com o hit viral As It Was, com mais de 1 bilhão de plays no Spotify. Queridinho do diretor criativo da Gucci Alessandro Michele, em junho anunciou a collab Ha Ha Ha (união das iniciais de Harry e Alessandro), com lançamento previsto para o final deste ano. 

Para os próximos meses, são esperadas mais duas estreias nos cinemas e no streaming. Em Não Se Preo­cupe, Querida, o casal Alice (Florence Pugh) e Jack­ (Harry Styles) vive em uma comunidade utópica e experimental que tem o objetivo de mudar o mundo. Quando mulheres começam a questionar o programa e segredos aparecem, comunidade e relações se desfazem.

My Policeman é baseado no livro homônimo de Bethan Roberts e acompanha três jovens, o policial Tom (Harry­ Styles), a professora Marion (Emma Corrin) e o curador de museu Patrick (David Dawson), em relações afetivas e mudanças sociais na Grã-Bretanha dos anos 1950. Na década de 1990, Tom (Linus Roache), Marion (Gina McKee) e Patrick (Rupert Everett) têm a chance de reparar os danos do passado.  

Não Se Preocupe, Querida | Direção: Olivia Wilde | Warner Bros. Pictures | Estreia: 22 de setembro nos cinemas

My Policeman | Direção: Michael Grandage | Estreia: 4 de novembro na Amazon Prime Video