Negócios
Apresentado por Nomad

Veja por que cada vez mais brasileiros estão escolhendo investir no exterior

Exposição ao dólar, redução de impactos inflacionários e acesso a mercados robustos estão entre os motivos pelos quais pode ser interessante olhar para ativos internacionais

Diversificação da carteira: Investir no exterior permite uma maior diminuição da exposição a riscos locais, acesso a mercados e setores pouco representados no Brasil, além da possibilidade de aumentar os seus retornos. (Nomad/Divulgação)

Diversificação da carteira: Investir no exterior permite uma maior diminuição da exposição a riscos locais, acesso a mercados e setores pouco representados no Brasil, além da possibilidade de aumentar os seus retornos. (Nomad/Divulgação)

EXAME Solutions
EXAME Solutions

EXAME Solutions

Publicado em 6 de maio de 2024 às 09h00.

Última atualização em 7 de maio de 2024 às 16h58.

O número de brasileiros investindo no exterior vem crescendo a cada ano. Em 2023, houve um aumento de 12,5% de investimentos no exterior em relação a 2022, segundo dados do Banco Central. Isso representa US$ 45,18 bilhões aplicados fora do país — cerca de R$ 230 bilhões.

Da antiga caderneta de poupança à possibilidade de abrir uma conta no exterior com alguns cliques no seu smartphone, muito mudou no acesso aos investimentos nas últimas décadas. Mas um fato é certo: o mercado oferece muito mais possibilidades e facilidades para quem quer construir patrimônio hoje em dia, sobretudo para a elaboração de uma estratégia diversificada.

Hoje, a carteira do investidor brasileiro não fica restrita aos ativos locais. De forma muito simples, é possível investir no mercado internacional reduzindo os impactos inflacionários que temos no país e incrementando as possibilidades de retornos.

Paula Zogbi, head de conteúdo da Nomad, lembra que, quando olhamos a história, vemos que o dólar tem um histórico de valorização claro em relação ao real, mesmo em períodos de instabilidade econômica globalpor exemplo, a pandemia — mas, principalmente, em momentos de incerteza em relação à economia brasileira.

Além disso, segundo ela,  se compatível com o seu perfil de risco, investir em dólar pode ajudar a reduzir os impactos inflacionários brasileiros, uma vez que a moeda americana influencia preços de produtos importados e até produzidos nacionalmente. “Isso pode oferecer um aumento do ganho real e do poder de compra, contribuindo para o crescimento e a consolidação do patrimônio”, afirma.

Ainda sobre proteção da carteira, os ativos considerados mais seguros do mundo estão nas economias mais robustas, como os Estados Unidos: “os títulos do Tesouro americano são considerados livres de risco pela baixíssima possibilidade de calote”, finaliza Paula.

Diversificar é a estratégia

Investir no exterior permite uma maior diversificação da carteira. Isso porque, além de diminuir sua exposição a riscos locais, é possível acessar mercados e setores pouco representados no Brasil (por exemplo, tecnologia de ponta). E isso pode aumentar o seu potencial de retornos, salienta Paula.

A variedade de ativos financeiros disponíveis para investimentos em dólar, como ações globais, REITs, ETFs e ADRs, oferece oportunidades de escolha e diversificação com muito mais liquidez que o mercado brasileiro.

Começar é fácil

Seguindo o movimento do mercado, a fintech brasileira Nomad surgiu em 2020 com o objetivo de facilitar o acesso dos brasileiros a uma vida financeira global, oferecendo a possibilidade de investir no exterior diretamente pelo aplicativo.

A fintech independente e totalmente dedicada a mercados internacionais ainda gera conteúdo educativo focado em guiar a jornada do cliente como investidor global, fugindo de potenciais conflitos de interesse. “Nossa missão é apresentar o que existe de melhor fora do Brasil, visando o que é mais vantajoso para o nosso cliente”, afirma Paula.

Pensando nisso, a Nomad não cobra taxas para abertura e manutenção de contas. Outras facilidades oferecidas pela Nomad são:

- Praticidade: possibilidade de fazer tudo pelo app e começar a investir a partir de apenas US$ 1;

- Ausência de taxa de corretagem: ordens ilimitadas sem pagar taxa de corretagem;

- IOF: cobrança de apenas 0,38% em câmbios para a conta investimento;

- Segurança: conta investimento assegurada pelo órgão de proteção americano Securities Investor Protection Corporation (SIPC) em até US$ 500 mil, sendo US$ 250 mil em solicitações em dinheiro.

Após a abertura de conta na Nomad, é preciso ter saldo em dólares e escolher o tipo de investimento que mais combina com o perfil do investidor. A própria Nomad oferece um teste que ajuda a identificar o seu perfil e tudo, da conversão de dinheiro à compra de ativos internacionais, é feito no aplicativo gratuito, mesmo morando no Brasil.

Acompanhe tudo sobre:branded-contentInvestir Nomadinvestir-no-exterior

Mais de Negócios

OPINIÃO: Na lama da tragédia, qual política devemos construir?

Conheça a Rota das Artes, o novo roteiro turístico de Minas Gerais

Fabricio Bloisi deixa operação do iFood para assumir comando de grupo de investimentos Prosus

Conheça a CEO que nunca descansa, nem cobra salário – isso porque ela é uma inteligência artificial

Mais na Exame