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Lidar com o excesso de dados gerados a partir do uso de inteligência artificial será um dos principais desafios para o RH no ano que vem. Esta é a expectativa de Fernando Ladeira, vice-presidente para soluções de gente da Falconi, maior consultoria de gestão empresarial e de pessoas da América Latina.

"O departamento de RH em uma empresa de médio ou grande porte tem entre 5 e 7 tecnologias para rodar seus processos. Isso gera uma quantidade massiva de dados, e os profissionais de RH estão travados em relação a fazer os sistemas conversarem entre si", resume Ladeira.

Esse é um dos efeitos da rápida digitalização do trabalho nos últimos anos, que aumentou a quantidade de tecnologias disponíveis. "Existem mais de 500 HR Techs no Brasil, desde o recrutamento e seleção, onboarding, passando pelo desenvolvimento de pessoas e remuneração, atuando em todos os subsistemas do RH. A especialização é uma tendência", analisa.

Diante do aumento do uso de tecnologia nas empresas, outros dois movimentos não podem ser ignorados no RH segundo Ladeira: a substituição de parte das funções por soluções automatizadas, visando maior produtividade, e a consequente capacitação das pessoas em uma era com inteligência artificial abundante.

"O que sobra para os profissionais com a entrada da tecnologia no dia a dia? Como manter as pessoas engajadas em meio a mudanças e incertezas?", questiona. A resposta, segundo ele, passa por uma boa estratégia de dados combinada com uma gestão de pessoas organizada e fundamentada.

Além disso, Ladeira chama atenção para o olhar individualizado nas organizações. "Existe uma diversidade enorme de pensamentos e gerações coexistindo no mesmo ambiente de trabalho. Para os RHs, é cada vez mais difícil determinar qual é esta persona. Aí entram a tecnologia e os dados, e a gente ajuda as organizações a conectar os subsistemas do RH para, de fato, conhecer melhor os profissionais", completa.

Segundo o executivo, o atendimento às necessidades individuais no ambiente corporativo promovido pela Falconi se baseia na divisão hierárquica das necessidades básicas humanas.

O modelo é, então, conectado com dados para que seja possível entender questões como o nível de engajamento e o senso de pertencimento à organização.  "Isso gera uma vantagem competitiva para as políticas de RH, que podem atuar de forma inteligente e personalizada", finaliza Ladeira.

No primeiro vídeo da série, o CEO da Falconi, Alexandre Ribas, apontou o que as lideranças das organizações devem ter no radar ao longo do ano que vem. Nos próximos dois capítulos, a Falconi trará um olhar sobre gestão em inovação e abordará o cenário financeiro de 2024.

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