Negócios

United espera joint ventures com companhias aéreas da América Latina

Companhia está tentando finalizar acordos com a colombiana Avianca Holdings , com a panamenha Copa Airlines e com a brasileira Azul

United: Tais parcerias vão melhorar a conectividade entre os EUA e os mercados de aviação da América Latina (./Divulgação)

United: Tais parcerias vão melhorar a conectividade entre os EUA e os mercados de aviação da América Latina (./Divulgação)

R

Reuters

Publicado em 21 de agosto de 2018 às 21h09.

Denver, EUA - A United Continental Holdings está vendo joint ventures com três companhias aéreas latino-americanas em um futuro próximo, mas um eventual acordo não vai deixar a empresa imune à volatilidade da região, afirmou o presidente da companhia aérea norte-americana, Scott Kirby, nesta terça-feira.

"Eu acho que conseguiremos fazer (acordos) em um futuro não tão distante, mas é difícil prever o momento exato", disse o executivo durante o evento do setor nos Estados Unidos. "Toda a turbulência na América Latina torna as coisas mais complicadas."

A United, terceira maior companhia aérea dos EUA, está tentando finalizar acordos com a colombiana Avianca Holdings , com a panamenha Copa Airlines e com a brasileira Azul .

No começo do mês, executivos da Azul afirmaram que a empresa estava conversando com a United sobre uma joint venture após a conclusão do acordo de céus abertos entre Brasil e Estados Unidos. Na ocasião, o presidente do conselho da Azul, David Neeleman, disse que a conclusão de um acordo desse tipo "leva tempo".

Tais parcerias vão melhorar a conectividade entre os EUA e os mercados de aviação da América Latina e criar oportunidades de crescimento, afirmou Kirby a jornalistas durante o evento.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaAviaçãoAviancaAzulJoint-venturesUnited Airlines

Mais de Negócios

10 franquias baratas de limpeza para empreender a partir de R$ 27 mil

A malharia gaúcha que está produzindo 1.000 cobertores por semana — todos para doar

Com novas taxas nos EUA e na mira da União Europeia, montadoras chinesas apostam no Brasil

De funcionária fabril, ela construiu um império de US$ 7,1 bilhões com telas de celular para a Apple

Mais na Exame