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Toshiba prioriza Western Digital na venda de unidade de chips

O conglomerado japonês enfrenta dificuldades para vender a unidade de memória flash para cobrir os prejuízos gerados pela Westinghouse

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Toshiba: em junho, a Toshiba escolheu um consórcio que incluía fundos apoiados pelo governo japonês (Toru Hanai/Reuters)

Toshiba: em junho, a Toshiba escolheu um consórcio que incluía fundos apoiados pelo governo japonês (Toru Hanai/Reuters)

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Reuters

Publicado em 23 de agosto de 2017 às, 18h31.

Tóquio - A japonesa Toshiba está priorizando negociações com a Western Digital para vender sua divisão de chips de memória, após as conversas com um comprador preferencial terem chegado a um impasse, disseram nesta quarta-feira fontes familiarizadas com o assunto.

O conglomerado japonês enfrenta dificuldades para vender a unidade de memória flash para cobrir os prejuízos gerados por sua divisão nuclear norte-americana, a Westinghouse.

Em junho, a Toshiba escolheu um consórcio que incluía fundos apoiados pelo governo japonês, a empresa de private equity Bain Capital e a fabricante sul-coreana de chips SK Hynix como favorito na disputa pelo negócio.

Mas as negociações emperraram após a Western Digital, sua sócia na principal unidade de chips, levar o caso à justiça, argumentando que a Toshiba precisava de seu consentimento para vender o ativo.

Uma disputa judicial entre as duas empresas gerou desconforto entre os fundos apoiados pelo governo, que pediram que a companhia japonesa solucionasse o conflito antes da venda.

A Western Digital oferecia cerca de 18 bilhões de dólares e planejava formar aliança com o grupo de private equity KKR, além de dois fundos apoiados pelo governo japonês que compunham o consórcio preferido pela Toshiba, disseram as fontes, acrescentando que a Western Digital estava propensa a assumir uma fatia de cerca de 15 por cento no negócio de chips.

O outro consórcio formado pela Bain e pela SK Hynix perdeu o status de favorito no fim de julho, disseram as fontes, que pediram anonimato porque não têm aval a falar com a imprensa.

Um porta-voz da Toshiba se recusou a comentar os detalhes das negociações.

O conglomerado japonês quer fechar a venda até o fim do ano fiscal, em março, para não terque reportar um patrimônio líquido negativo pelo segundo ano consecutivo. Isso poderia resultar na deslistagem de suas ações da bolsa de Tóquio.

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