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STJ mantém condenação de ex-executivo da Sadia

Caso foi o primeiro de insider trading na esfera criminal julgado no Brasil


	Caminhão em fábrica da Sadia: caso foi o primeiro de insider trading na esfera criminal julgado no Brasil
 (EXAME)

Caminhão em fábrica da Sadia: caso foi o primeiro de insider trading na esfera criminal julgado no Brasil (EXAME)

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Da Redação

Publicado em 17 de fevereiro de 2016 às 10h21.

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Rio de Janeiro - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concluiu o julgamento de recurso de ação penal do caso de insider trading envolvendo a Sadia/Perdigão, atual BRF, e manteve condenação de ex-executivo da Sadia, informou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira.

O caso foi o primeiro de insider trading na esfera criminal julgado no Brasil. O ex-diretor de Relações com Investidores da Sadia Luiz Gonzaga Murat Jr. foi condenado em 2011 a penas de prisão e de multa no valor de aproximadamente 350 mil reais. Em 2013, a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF-3) aumentou a pena de Murat Jr. e outro ex-executivo da Sadia por uso de informações privilegiadas sobre a oferta da companhia pela Perdigão que lhe conferiram lucro no mercado norte-americano.

Na ocasião, Murat Filho teve sua pena de prisão aumentada para dois anos, seis meses e dez dias, enquanto a do ex-membro do Conselho de Administração da empresa Romano Ancelmo Fontana Filho passou a ser de dois anos e um mês.

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