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SoftBank nega ligação entre ações nos EUA e venda de parte do Alibaba

Ações do conglomerado japonês subiram quase 6% em Tóquio; papéis do Alibaba em Hong Kong avançaram quase 7%

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Softbank (Yuichi Yamazaki / Colaborador/Getty Images)

Softbank (Yuichi Yamazaki / Colaborador/Getty Images)

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Reuters

Publicado em 9 de fevereiro de 2022 às, 15h20.

Última atualização em 9 de fevereiro de 2022 às, 15h31.

O conglomerado japonês SoftBank disse nesta quarta-feira que não há ligação entre o pedido de registro de ADSs adicionais nos Estados Unidos pelo Alibaba e quaisquer planos específicos de venda de participação no gigante chinês de comércio eletrônico.

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As ações da SoftBank subiram quase 6% em Tóquio, enquanto as ações do Alibaba listadas em Hong Kong avançaram quase 7%.

O registro dos ativos pelo Alibaba, incluindo seu tamanho, "não está vinculado a nenhuma transação futura específica do SBG (SoftBank Group)", disse o SoftBank em comunicado à Reuters.

O SoftBank já usou suas ações do Alibaba como garantia para empréstimos e reduziu sua participação usando derivativos para capturar ganhos de qualquer aumento no preço das ações da empresa.

Depois que o Alibaba entrou com pedido de registro de mais 1 bilhão de American Depository Shares (ADS) -- recibos de ações -- adicionais na semana passada, analistas do Citigroup disseram que o movimento poderia "sugerir uma potencial intenção de venda da SoftBank".

Em uma nova nota nesta quarta-feira, o Citi disse que o Alibaba pode ter registrado antecipadamente um grande número de ADSs para auxiliar os planos futuros dos acionistas de converter as ações da empresa em Hong Kong para àquelas listadas em Nova York.

Os planos do SoftBank de levantar recursos sofreram um grande revés nesta semana depois que a empresa desistiu da venda da companhia de design de chips Arm para a Nvidia.

As ações do Alibaba caíram cerca de 60% em relação às máximas de outubro de 2020, em meio a uma repressão regulatória contra empresas de tecnologia na China.

Já as ações do SoftBank perderam cerca de metade de seu valor desde março do ano passado. O grupo obteve lucro no trimestre de outubro a dezembro, depois que um aumento nas avaliações dos ativos privados do Vision Fund compensou a queda das ações de seu portfólio listado.

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