Negócios

Santander estima crescer operações de crédito em 18%

Informação foi dada por Fábio Barbosa durante a teleconferência de resultados do banco

Agência do Santander: lucro líquido nos nove meses já está em 3 bilhões (Antonio Milena/EXAME)

Agência do Santander: lucro líquido nos nove meses já está em 3 bilhões (Antonio Milena/EXAME)

Tatiana Vaz

Tatiana Vaz

Publicado em 3 de fevereiro de 2011 às 14h49.

São Paulo – O presidente do Santander Brasil, Fábio Barbosa, estima que as operações de crédito da instituição devem crescer, no mínimo 18% - ou seja, mais que a média do mercado esperada para este ano pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A afirmação foi dada durante a teleconferência de resultados da companhia esta tarde.</p>

“Estamos trabalhando com produtos mais estáveis, com menos perda de crédito garantido, como o consignado e o imobiliário, que contribuir para isso”, afirmou Barbosa. “Temos um mix muito bom de produtos que nos leva a uma equação equilibrada de ganhos em muitas pontas”.

Sobre a integração com o Banco Real, Barbosa destaca que ainda há muita sinergia entre os bancos para ser conquistada ainda este ano. Uma das metas feitas na época da abertura de capital da empresa era de ganhar, em 4 anos, 2% de participação de mercado. “Temos orçamento e capacidade de começar a atingir esse compromisso a partir deste ano”, disse.

O Santander Brasil teve um lucro líquido 34% maior no ano passado, em comparação a 2009. A cifra somou 7,382 bilhões de reais. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 2010 atingiu 9,724 bilhões de reais -- um aumento de 39,1% frente ao ano anterior.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPersonalidadesEmpresas abertasSantanderBancosEmpresas espanholasLucroFaturamentoExecutivosExecutivos brasileirosFábio Barbosa

Mais de Negócios

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo