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Santander e Crédit Agricole anunciam criação de banco de custódia

Este tipo de instituição financeira garante ativos para clientes como grandes investidores institucionais e gestores de fundos

Crédit Agricole: banco uniu operações de custódia com o Santander (Pascal Le Segretain/Getty Images)

Crédit Agricole: banco uniu operações de custódia com o Santander (Pascal Le Segretain/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 17 de abril de 2019 às 10h39.

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Madri — O espanhol Santander e o francês Crédit Agricole anunciaram nesta quarta-feira, 17, que vão combinar suas operações de custódia e de serviços para ativos, criando um banco custodiante no valor de 3,34 trilhões de euros (US$ 3,78 trilhões)

Bancos custodiantes garantem ativos para clientes como grandes investidores institucionais e gestores de fundos.

A nova instituição, que está sujeita a aprovação regulatória, será a terceira maior da zona do euro em ativos sob custódia, depois dos franceses BNP Paribas e Société Générale. Existem, no entanto, concorrentes norte-americanos bem maiores. O State Street Corp., por exemplo, encerrou o ano passado com US$ 31,6 trilhões em ativos sob custódia.

Por volta das 10h (de Brasília), a ação do Santander subia quase 2% na Bolsa de Madri, enquanto a do Crédit Agricole avançava 0,7% em Paris.

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