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Ryanair cortará até 3.000 vagas para sobreviver ao coronavírus

Presidente da empresa afirma que demissões são o mínimo necessário para que a companhia se mantenha pelos próximos 12 meses

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FILE PHOTO: A Ryanair airplane takes off from Palma de Mallorca airport in the Spanish island of Mallorca, Spain, July 21, 2018. REUTERS/Enrique Calvo/File Photo                    GLOBAL BUSINESS WEEK AHEAD (Enrique Calvo/Reuters)

FILE PHOTO: A Ryanair airplane takes off from Palma de Mallorca airport in the Spanish island of Mallorca, Spain, July 21, 2018. REUTERS/Enrique Calvo/File Photo GLOBAL BUSINESS WEEK AHEAD (Enrique Calvo/Reuters)

A
AFP

Publicado em 1 de maio de 2020 às, 09h52.

Última atualização em 1 de maio de 2020 às, 09h54.

Ryanair: companhia não deve realizar voos até julho - REUTERS/Wolfgang Rattay (Wolfgang Rattay/Reuters)

A companhia irlandesa de baixo custo Ryanair anunciou, na sexta-feira (30), que planeja cortar 3.000 vagas de trabalho para "sobreviver" à paralisia do transporte aéreo causada pelo novo coronavírus.

Em nota, a empresa disse que suas aeronaves permanecerão no solo até pelo menos julho e que levará dois anos, até o verão de 2022, para retornar à atividade normal.

Os pilotos e a tripulação de cabine serão os principais envolvidos nessa reestruturação, que afeta 15% do total de seus 19.000 funcionários.

Essas demissões são "o mínimo necessário para sobreviver nos próximos 12 meses", disse o presidente da empresa, Michael O'Leary, à rede BBC.

Ele alertou ainda que, se uma vacina não for encontrada - o que impediria a retomada total do tráfego aéreo -, "talvez tenhamos que anunciar mais cortes de pessoal no futuro".

O'Leary acrescentou que o plano de reestruturação pode levar ao fechamento de bases nos aeroportos do Reino Unido.

Esta semana, a British Airways - empresa irmã da Iberia dentro do International Airlines Group - já havia anunciado a demissão de 12.000 funcionários, mais de 25% de sua equipe.

Já a EasyJet reforçou suas finanças com um empréstimo de £ 600 milhões do governo. E a Virgin Atlantic luta por sua sobrevivência. Seu fundador, Richard Branson, pediu ajuda ao governo britânico, sem sucesso por enquanto.

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