Negócios

Royal Bank of Scotland sairá de negócio hipotecário nos EUA

Unidade de títulos mobiliários vai agora sair da unidade norte-americana de negociação de hipotecas, após ter planejado originalmente diminuir o negócio


	RBS: bancos havia dito em maio que eliminaria centenas de postos de trabalho nos EUA no decorrer de dois anos
 (Peter Macdiarmid/Getty Images)

RBS: bancos havia dito em maio que eliminaria centenas de postos de trabalho nos EUA no decorrer de dois anos (Peter Macdiarmid/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de novembro de 2014 às 11h59.

São Paulo - A unidade de títulos mobiliários do Royal Bank of Scotland vai agora sair da unidade norte-americana de negociação de hipotecas, após ter planejado originalmente diminuir o negócio em dois terços.

Sair das vendas e negociação de títulos lastreados em hipotecas, imóveis comerciais e bônus hipotecários comerciais "é uma parte necessária do reposicionamento do nosso negócio nos Estados Unidos", disse um porta-voz do RBS em comunicado.

O RBS havia dito em maio que eliminaria centenas de postos de trabalho nos EUA no decorrer de dois anos para ajudar a reduzir ativos antes de novas regras do Federal Reserve, banco central norte-americano.

Os maiores bancos estrangeiros, com 50 bilhões de dólares ou mais em ativos nos EUA, precisam criar uma holding intermediária sujeita aos mesmos padrões de capital, administração de risco e liquidez que bancos norte-americanos, disse o Fed em fevereiro.

"Tivemos progressos significativos ante nossos objetivos e estamos bastante à frente do planejado", disse o porta-voz do RBS.

A companhia planeja reter sua equipe de títulos lastreados em ativos não hipotecários.

Acompanhe tudo sobre:BancosFinançasImóveisRoyal Bank of Scotland

Mais de Negócios

A malharia gaúcha que está produzindo 1.000 cobertores por semana — todos para doar

Com novas taxas nos EUA e na mira da União Europeia, montadoras chinesas apostam no Brasil

De funcionária fabril, ela construiu um império de US$ 7,1 bilhões com telas de celular para a Apple

Os motivos que levaram a Polishop a pedir recuperação judicial com dívidas de R$ 352 milhões

Mais na Exame