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Por que você deve apostar em parcerias com startups - e como fazer isso de forma simples

Existem 5 níveis simples de engajamento entre empresas e startups - confira como eles estão ajudando negócios gigantes a crescer ainda mais

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Parceria em negócios: empresas de nível intermediário pra cima, preferem acessar tecnologias novas através de parcerias com startups, em vez de fazer aquilo internamente (Nuthawut Somsuk/Getty Images)

Parceria em negócios: empresas de nível intermediário pra cima, preferem acessar tecnologias novas através de parcerias com startups, em vez de fazer aquilo internamente (Nuthawut Somsuk/Getty Images)

“Inovação distingue um líder de um seguidor”. Essa citação de Steve Jobs deve ser lembrada por qualquer tipo de empresa - seja uma gigante do mercado ou startup em nível inicial.

O consumidor está mais exigente do que nunca. E quer saber por quê? Porque seus problemas estão sendo resolvidos mais rápido do que nunca. Mas para todo problema resolvido, surge uma nova necessidade. Uma pessoa que compra um carro, por exemplo, passa a precisar de gasolina. Uma pessoa que compra um curso, precisa de acompanhamento e feedbacks. E se você não pensar na próxima solução que pode oferecer ao seu cliente, outra empresa acaba conquistando ele.

Outro fato importante na inovação, é que as empresas de nível intermediário pra cima, preferem acessar tecnologias novas através de parcerias com startups, em vez de fazer aquilo internamente. O que coloca as startups em uma posição forte.

87,2% das parcerias de inovação aberta são com startups - segundo André Augusto, líder de research da ACE Cortex.

Então, para que você entenda como começar essas parcerias, veja 5 níveis de engajamento de inovação com startups:

Nível 1: Contratação de startups como fornecedores da áreas do negócio

Algum tempo atrás a Nestlé divulgou a “Panela”, que é seu programa de inovação aberta. E se você entrar no site da empresa, vai ver que dos desafios que eles divulgam pro mercado, um deles é relacionado a finanças e outro é relacionado a triagem de currículos.

Esses 2 desafios não têm a ver com a área da Nestlé. Mas através da inovação aberta eles conseguem encontrar parcerias para resolver problemas internos da empresa.

Nível 2: Startups como impulsionadores de projetos de inovação

Um exemplo pode ser a “BRF”, que firmou uma parceria com a startup “Aleph Farms”. O objetivo central da parceria é a busca por produzir produtos a partir da célula de animais e com isso, vemos uma relação bem mais direta com o negócio da BRF.

Nível 3: Estratégias de go-to-market conjuntas

A Gerdau e a Vector se uniram para criar uma iniciativa logística. A Gerdau já tinha uma demanda muito grande de logística e a Vector já tinha essa expertise em outro ramo.

A Gerdau já tinha uma demanda grande de logística dentro de sua própria estrutura de aço…e fazia parte dos planos da empresa diversificar suas receitas para além do seu negócio principal. 

Leia também: Inovação aberta e fechada - qual a diferença?

Nível 4: Investimentos em startups

Um exemplo aqui pode ser o investimento de 5 milhões que o BTG Pactual fez na iClubs, para aumentar a equipe de tecnologia. O BTG inclusive, já era cliente da iClubs. Então muitas vezes dentro dos níveis 3, 4 e até no 5, a empresa já tem um contato com a solução da startup e vice versa. 

Nível 5: Aquisição de startups

Em 2021 a Renner adquiriu a Repassa para consolidar suas operações online e se tornar um ecossistema de moda e lifestyle.

A Renner já tinha interesse no segmento no mercado de atuação de moda e varejo, então em vez de fazer esse desenvolvimento interno… ela viu que já tinha uma startup com um time capaz e produto bem desenvolvido e fez a aquisição. Então o interesse é tanto financeiro quanto estratégico.

Por que se preocupar com os níveis de engajamento?

Quando uma empresa vai trabalhar com inovação aberta, é preciso que ela tenha clareza de qual nível atuar. Isso facilita todo o processo que vai ser construído na área.

No nível 1, por exemplo, você quer saber sobre o produto de uma startup para resolver um problema interno. Enquanto no nível 5, você precisa entender o time, modelo de negócio, estratégia da empresa… vai olhar para outras frentes.

Ao mesmo tempo, todos os níveis e tipos de parceria podem te ajudar a deixar seus processos e estratégias mais ágeis, produtivos e na maioria das vezes… mais baratos. 

Se você quiser aprender mais sobre isso, confira a masterclass gratuita da Future Dojo. A Future Dojo é uma startup fruto da parceria entre ACE e Exame, nascida para ensinar tudo o que você precisa saber sobre inovação e negócios.

O CEO da Future Dojo - e professor da masterclass - Miguel Nahas, já comandou projetos de inovação de empresas como BTG, Renner, Eneva, entre outros dentro da ACE. E agora, está ensinando mais sobre tudo o que foi analisado dentro desses projetos.

Quer assistir gratuitamente? Clique aqui ou no link abaixo:

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