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Peugeot Citroën vai reduzir modelos de 45 para 26 até 2022

Iniciativa é parte do plano de reestruturação da montadora, que vem acumulando prejuízos bilionários nos últimos anos

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	Linha de produção da Peugeot: redução de custos na fabricação também está nos planos
 (Reuters)

Linha de produção da Peugeot: redução de custos na fabricação também está nos planos (Reuters)

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Tatiana Vaz

Publicado em 15 de abril de 2014 às, 11h44.

São Paulo – A montadora francesa Peugeot Citroën anunciou que fará uma redução progressiva do número de modelos dos atuais 45 para 26 modelos até 2022.

A inciativa faz parte do plano de reestruturação da empresa que começou com a nomeação de Carlos Tavares para o comando, em fevereiro.

Tavares entrou no lugar da família fundadora da montadora, que estava há mais de 200 anos no controle.

O reposicionamento das marcas Peugeot e Citroën, aliada à criação de uma marca autônoma a partir da linha DS (Citroën), é explicada pelo novo CEO com uma maneira de diluir modelos em todo o grupo.

“Queremos fazer melhor, concentrando recursos. A passagem de 45 a 26 modelos de carros será feita progressivamente, durante oito anos”, afirmou, em entrevista ao jornal econômico francês Les Echos.

Dentro de dois anos, haverá já uma redução para 38 modelos. Um plano para reduzir custos na fabricação dos veículos da marca também está em curso.

Rumo ao azul

O executivo português Tavares era o número dois da Renault, depois de Carlos Ghosn, quando assumiu a missão de melhorar os resultados financeiros da segunda maior montadora da Europa.

Nos últimos dois anos, a Peugeot acumulou um prejuízo de 9,7 bilhões de dólares. Agora, a empresa prepara um aumento de capital de 4,1 bilhões de dólares que dará à chinesa Dondgfeng e ao governo francês uma fatia de 14% cada na empresa.

No plano estratégico, a PSA define como meta chegar a 2016 com um fluxo de caixa positivo, acumular 2 bilhões de euros no conjunto dos dois anos seguintes.

A montadora também quer atingir uma margem operacional de 2% na divisão automóvel até 2018 – percentual que deverá subir para 5% até 2023.

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