Negócios

OGX propõe cisão de operação na Bacia de Campos

A empresa quer cindir 70 por cento da participação que possui em ativos e passivos relacionados aos contratos de concessão na Bacia de Campos

Eike Batista, presidente-executivo do grupo EBX, que controla a OGX (.)

Eike Batista, presidente-executivo do grupo EBX, que controla a OGX (.)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h41.

São Paulo - A OGX divulgou no final da noite do domingo proposta do conselho de administração da empresa para separar parte das atividades da petrolífera na Bacia de Campos, buscando "viabilizar investimentos específicos por terceiros".

A empresa quer cindir 70 por cento da participação que possui em ativos e passivos relacionados aos contratos de concessão que a unidade OGX Ltda detém na Bacia de Campos. A proposta será votada em assembleia convocada para o dia 28 de setembro.

O patrimônio cindido será incorporado pela OGX Campos, da qual a OGX detém 99,99 por cento do capital social. "Assim, a participação indireta da companhia no patrimônio cindido permanecerá inalterada", afirma a empresa em comunicado.

Na semana passada, fontes afirmaram à Reuters que as chinesas Sinopec Group, uma das maiores refinarias da Ásia, e a CNOOC, maior produtora marítima de gás e petróleo da China, poderiam fazer uma oferta conjunta de 7 bilhões de dólares por participações em ativos da OGX.

Segundo comunicado da OGX desta segunda-feira, a proposta de cisão somente será submetida aos acionistas depois de aprovação pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Leia mais notícias sobre a OGX

Acompanhe as notícias de Negócios do site Exame no Twitter

Acompanhe tudo sobre:EmpresasQuímica e petroquímicaPetróleoGás e combustíveisIndústria do petróleoVendasEnergiaOGpar (ex-OGX)

Mais de Negócios

CEO da empresa de US$ 30 bilhões acorda às 4h30 e revela segredo para acelerar os ganhos financeiros

Com novo time de embaixadores, Stone amplia estratégia para apoiar o crescimento das PMEs

Com IA para vendas no WhatsApp, Moskit vira Ollow e mira R$ 100 milhões

O TikTok já movimenta o PIB brasileiro — e pode ter gerado até 447 mil empregos em um ano