Negócios

Microsoft diz cumprir a lei após anúncio de investigação

O gigante americano disse que cumpre a lei na China, depois que as autoridades abriram investigação por monopólio

Escritório da Microsoft em Pequim: China abriu investigação por monopólio do Windows (Wang Zhao/AFP)

Escritório da Microsoft em Pequim: China abriu investigação por monopólio do Windows (Wang Zhao/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 30 de julho de 2014 às 09h06.

Priorizar nos meus resultados Google

Pequim - O gigante americano Microsoft afirmou nesta quarta-feira que cumpre a lei na China, depois que as autoridades deste país abriram uma investigação por suposto monopólio, principalmente de seu sistema operacional Windows.

"A Microsoft está em conformidade com as leis e os regulamentos de cada mercado no qual opera no mundo", indicou o grupo em um breve comunicado.

"Para garantir isso, temos mecanismos de vigilância e de ativação" das medidas necessárias, acrescentou.

A China anunciou na terça-feira que abriu uma investigação contra a Microsoft por suposto monopólio do Windows, utilizado na grande maioria dos computadores do país, e seu pacote de programas Office.

As autoridades já proibiram em maio a instalação do Windows 8, a última versão do sistema operacional, nos computadores do governo alegando motivos de segurança.

A decisão foi tomada pouco depois que cinco oficiais do exército chinês foram acusados pela justiça dos Estados Unidos de serem hackers e de espionagem econômica.

Uma lei antimonopólio chinesa em vigor desde 2008 prevê para as empresas infratoras multas que oscilam entre 1% e 10% das receitas do ano anterior.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaÁsiaMicrosoftTecnologia da informaçãoChinaWindows

Mais de Negócios

Gelateria aposta em franquias e sabores da Amazônia para chegar às 100 lojas no Brasil

Sem investidores, a plataforma dele fará R$ 25 milhões conectando gigantes da alimentação com IA

Empresa chinesa que atraiu US$ 2,2 bilhões do Alibaba chega ao Brasil

Justiça aceita pedido de recuperação da Marabraz, que já teve 135 lojas e agora deve R$ 140 milhões