Negócios

Marriott conclui compra de Starwood e lidera setor hoteleiro

A nova sociedade contará com 5.700 estabelecimentos, mais de 30 marcas e aproximadamente de 1,1 milhão de quartos em cerca 110 países


	Marriott: esses ativos a deixam muito acima de seus concorrentes Hilton Worldwide e Intercontinental Hotel Group (IHG)
 (Divulgação/Marriott International)

Marriott: esses ativos a deixam muito acima de seus concorrentes Hilton Worldwide e Intercontinental Hotel Group (IHG) (Divulgação/Marriott International)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de setembro de 2016 às 14h58.

A rede hoteleira Marriott anunciou nesta sexta-feira que concluiu a compra da também americana Starwood, tornando-se a nova líder mundial com a inclusão dos famosos Sheraton, Ritz-Carlton e Le Meridien, entre outros.

"O Marriott Internacional terminou sua aquisição da Starwood Hotels & Resorts Worldwide criando assim o maior grupo hoteleiro do mundo. A Marriott se propõe a manter sua carteira de marcas que é a mais completa do mundo", disse em comunicado.

A nova sociedade contará com 5.700 estabelecimentos, mais de 30 marcas e aproximadamente de 1,1 milhão de quartos em cerca 110 países.

Esses ativos a deixam muito acima de seus concorrentes Hilton Worldwide e Intercontinental Hotel Group (IHG).

A fusão com a Marriott permitirá à Starwodd manter uma administração americana e unir suas marcas às de Marriott; como Carlton, Renaissance, JW Marriott e Gaylord.

A Marriott reafirmou em seu comunicado que prevê que a compra lhe permitirá reduzir em cerca de 250 milhões de dólares por ano seus custos gerais.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasFusões e AquisiçõesHotéisHotelariaMarriottRestaurantes

Mais de Negócios

Shopee ultrapassa Amazon e se torna segundo e-commerce mais acessado do Brasil em maio; veja a lista

Por que a Cimed está disposta a pagar R$ 450 milhões pela Jequiti

Com solução para quem enfrenta o câncer, a Oncoclínicas&Co é eleita uma das Melhores do ESG

Empresa do Paraná que ajuda na cobrança de dívidas compra startup de Natal e mira R$ 100 milhões

Mais na Exame