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Goldman Sachs proíbe grosserias em e-mails de funcionários

Audiência no Congresso americano mostrou e-mails de funcionários na investigação sobre atuação do banco na crise

E-mails de funcionários do Goldman Sachs foram apresentados durante audiência no Congresso (AFP)

E-mails de funcionários do Goldman Sachs foram apresentados durante audiência no Congresso (AFP)

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Da Redação

Publicado em 29 de julho de 2010 às 16h49.

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Nova York - Os empregados do Goldman Sachs terão que estar mais atentos à linguagem usada em seus correios eletrônicos, depois que vários e-mails cheios de grosserias serviram de prova contra o banco durante uma audiência no Parlamento, anunciou nesta quinta-feira um porta-voz do grupo.

"Não se trata de uma nova política", afirmou à AFP Michael Duvally. "Simplesmente, estamos melhorando nossos sistemas de vigilância".

No mês de abril passado, durante uma audiência ligada à denúncia da autoridade de controle dos mercados americanos (SEC) contra o Goldman Sachs, os parlamentares tornaram públicos vários e-mails de empregados do banco que definiam um produto financeiro da empresa como uma "proposta de m..." para os investidores.

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