Fabricantes de cilindros de oxigênio estão atentos à segunda onda

Insumo é utilizado para o tratamento de pacientes infectados pela covid-19

Cilindros de oxigênio são fundamentais para o tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus — e empresas que fornecem esse tipo de produto já se preparam para a segunda onda da doença, a fim de atender à demanda pelos produtos.

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A MAT, líder nas Américas em cilindros para segmento médico hospitalar, industrial e veicular, já estuda estratégias para atender à demanda da segunda onda. Entre as estratégias adotadas pela companhia, estão: aumento de 12% em contratações e o estabelecimento de um turno extra de produção. A fábrica tem, hoje, uma produção aproximada de 22 mil cilindros por mês e pretende chegar a 30 mil unidades.

Atualmente, a companhia atende ao mercado nacional e exporta 50% da linha de produção para outros mercados nas Américas. Mesmo antes da covid-19, a companhia já tinha investido R$ 18 milhões em automatização e robotização, a fim de realizar mudanças rápidas.

“Temos hoje um processo que monitora e identifica alterações na demanda e nos permite fazer as adaptações de forma muito ágil. Temos uma flexibilidade ímpar”, diz o presidente da MAT, Luiz Fernando Assaf.

A companhia não está sozinha na oferta ao mercado brasileiro. Hoje, no mercado brasileiro, companhias como a francesa AirLiquide (responsável por fornecer oxigênio a hospitais de campanha), além da WhiteMartins, fornecem esse tipo de equipamento para hospitais.

Durante a popularização da primeira onda no Brasil, a WhiteMartins registrou aumento de 90% na demanda por oxigênio líquido e de 60% pelo insumo na forma gasosa.

Sabemos da responsabilidade que temos ao oferecer produtos e serviços que são essenciais à vida de milhares de pessoas e que também contribuem para a continuidade das operações de diversos segmentos importantes da indústria”, disse Gilney Bastos, presidente da White Martins, em maio.

Mundo

Profissionais de saúde ressaltam a importância desse tipo de equipamento para o combate à doença — e os riscos de sua ausência, especialmente em regiões pobres do planeta. “A realidade é que o oxigênio é a única terapia que salvará vidas na África e na Ásia-Pacífico nesta fase”, declarou Hamish Graham, pediatra e pesquisador do hospital universitário de Melbourne, à AFP, em março.

De acordo com dados publicados pelo veículo em abril, menos da metade dos hospitais da África e Ásia-Pacífico têm oxigênio permanente.

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