Negócios

Eike Batista reafirma interesse em parceria com Usiminas e ArcelorMittal

Segundo empresário, companhias se beneficiariam com transporte de minério realizado pela LLX

eike-batista-460-310a-jpg.jpg (.)

eike-batista-460-310a-jpg.jpg (.)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h41.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Novamente na mira do empresário Eike Batista, estão as operações de mineração da Usiminas e da ArcelorMittal. Em teleconferência com jornalistas realizada nesta segunda-feira (13/9), Eike reafirmou seu interesse em negociar com as companhias. "Eles têm ativos que precisam escoar. Vamos conversar com eles. Uma parceria nos interessa", disse ele sobre um possível acordo com a LLX, a empresa de logística de seu grupo. Procuradas, as companhias não comentam o assunto.

No início de agosto, porém, em entrevista à agência Dow Jones, o presidente da ArcelorMittal Serra Azul, Sebastião Costa Filho, confirmou as negociações com Eike. O negócio envolveria também o braço logístico LLX e o porto Sudeste, em construção em Itaguaí (RJ), com investimentos de 1,8 bilhão de reais. Trata-se da melhor rota de escoamento de minério da região, com conclusão prevista para o final de 2011.

Em março, surgiram rumores sobre negociações preliminares para unir a LLX com a área de transporte da Usiminas. Em conferência sobre os resultados do segundo trimestre, Otávio Lazcano, presidente da LLX, evitou comentar especulações de mercado, mas afirmou que ficaria honrado em fazer algum projeto com a empresa mineira.

Leia mais sobre Eike Batista

Acompanhe as notícias de Negócios no Twitter

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPersonalidadesEmpresas abertasSetor de transporteSiderúrgicasSiderurgiaSiderurgia e metalurgiaMineraçãoUsiminasEmpresas japonesasEmpresáriosArcelorMittalIndústriaPrumo (ex-LLX)Eike BatistaOSXMMXNegociações

Mais de Negócios

Maior grupo de mídia do RS compra empresa de publicidade presente em mais de 50 cidades

Como Lacoste, Kopenhagen e uma academia de luxo buscam fidelizar clientes

Ela deixou o banco para vender imóveis. Duas décadas depois, soma US$ 600 milhões em negócios

Dono da Johnny Rockets no Brasil vai abrir 10 novas lojas e faturar R$ 350 milhões em 2026