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Demanda interna por papéis crescerá em 2013, diz Suzano

O presidente da Suzano Papel e Celulose, Walter Schalka, disse nesta sexta-feira que a demanda doméstica por papéis deve apresentar "ligeiro crescimento" ao longo deste ano


	Papéis: as vendas domésticas da Suzano somaram 184 mil toneladas entre janeiro e março, que equivalem a uma expansão de 7,6% em relação ao mesmo intervalo do ano passado
 (Divulgação/Imovelweb)

Papéis: as vendas domésticas da Suzano somaram 184 mil toneladas entre janeiro e março, que equivalem a uma expansão de 7,6% em relação ao mesmo intervalo do ano passado (Divulgação/Imovelweb)

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Da Redação

Publicado em 10 de maio de 2013 às 14h56.

São Paulo - O presidente da Suzano Papel e Celulose, Walter Schalka, disse, nesta sexta-feira, 10, que a demanda doméstica por papéis deve apresentar "ligeiro crescimento" ao longo deste ano, na comparação com 2012.

Sem detalhar números, o executivo explicou que os mercados de papéis não revestidos e cartão apresentam números mais positivos em 2013. Já o de papéis não revestidos tem apresentado o pior desempenho anual.

Além da demanda mais aquecida, a Suzano tem se beneficiado da redução das importações, fruto da adoção de medidas de controle ao produto importado. "Tivemos uma leve queda da importação, o que está ajudando nossas vendas", afirmou Schalka.

As vendas domésticas da Suzano somaram 184 mil toneladas entre janeiro e março, que equivalem a uma expansão de 7,6% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Exportações

O cenário otimista traçado pelo executivo para o mercado doméstico, porém, não se estende ao ambiente de vendas no mercado externo. As exportações de papéis da Suzano encolheram quase 20% no primeiro trimestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012.

Parte dessa variação, segundo Schalka, se deveu às menores vendas na América Latina, principalmente para países que enfrentam momentos delicados economicamente. Caso da Venezuela e da Argentina.

A Suzano também adotou uma postura mais "rigorosa" em sua política de preços, o que contribuiu para uma retração do volume comercializado no exterior. "Foi uma decisão da companhia não exportar mais com margens muito ruins", ressaltou Schalka.

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