Negócios

CEO da Amazon diz que é certo grandes empresas serem fiscalizadas

Empresa foi recentemente alvo de críticas do presidente americano, Donald Trump, por supostamente ter vantagens comerciais injustas

Amazon: "Temos o dever, em nome da sociedade, de ajudar a educar qualquer regulador sem cinismo ou ceticismo", disse Jeff Bezos (Carlos Jasso/ Illustration/Reuters)

Amazon: "Temos o dever, em nome da sociedade, de ajudar a educar qualquer regulador sem cinismo ou ceticismo", disse Jeff Bezos (Carlos Jasso/ Illustration/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 24 de abril de 2018 às 18h53.

O presidente-executivo da Amazom.com, Jeff Bezos, disse nesta terça-feira que é certo que as grandes empresas sejam fiscalizadas e que sua companhia responderá a qualquer nova regulamentação encontrando novas maneiras de agradar seus clientes.

Bezos falou em Berlim, onde recebeu um prêmio da empresa de mídia alemã Axel Springer. Ele foi questionado sobre o quão seriamente recebeu críticas recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Amazon.

"Todas as grandes instituições devem ser fiscalizadas ou examinadas", disse Bezos. "Não é pessoal."

"Temos o dever, em nome da sociedade, de ajudar a educar qualquer regulador sem cinismo ou ceticismo. Trabalharemos com qualquer conjunto de regulamentações que recebamos ... seguiremos essas regras e encontraremos uma nova maneira de encantar os clientes".

Trump disse que daria uma olhada séria nas políticas para lidar com o que ele diz serem as vantagens comerciais injustas da Amazon, acusando a empresa de não operar em igualdade de condições e de não pagar impostos de vendas suficientes.

Acompanhe tudo sobre:AmazonDonald Trumpempresas-de-tecnologiaEstados Unidos (EUA)

Mais de Negócios

Empreendendo no mercado pet, ele saiu de R$ 50 mil para R$ 1,8 milhão. Agora, aposta em franquias

Ele quer chegar a 100 lojas e faturar R$ 350 milhões com produtos da Disney no Brasil

Shopee ultrapassa Amazon e se torna segundo e-commerce mais acessado do Brasil em maio; veja a lista

Por que a Cimed está disposta a pagar R$ 450 milhões pela Jequiti

Mais na Exame