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Bombardier abrirá um escritório de apoio regional no Brasil

Empresa confirmou a abertura até o final do ano em São Paulo para atender os clientes no país

Aeronave da Bombardier: a América Latina é responsável por 6% a 8% das vendas de jatos executivos comerciais da empresa (Divulgação)

Aeronave da Bombardier: a América Latina é responsável por 6% a 8% das vendas de jatos executivos comerciais da empresa (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de agosto de 2013 às 12h43.

Montreal - O grupo aeronáutico canadense Bombardier anunciou, nesta quarta-feira, a criação "até o final do ano", no Brasil, de um escritório de apoio técnico para seus clientes executivos que realizam voos através da América Latina.

As novas instalações do gigante canadense, terceiro do mundo, atrás da Boeing e da Airbus mas à frente da brasileira Embraer, abrirão até o final deste ano em São Paulo, precisou o grupo.

A Bombardier na América Latina conta com 475 aparelhos para voos empresariais, entre eles 180 nos países ao sul do México, segundo o grupo canadense.

"Para ser competitivo em nível mundial, é preciso realizar um trabalho em escala local", declarou em comunicado Andy Nureddin, vice-presidente da divisão de serviços e apoio à clientela.

"Através do novo escritório de serviço regional, poderemos resolver mais rapidamente os problemas, atenuar riscos, além da dar ainda mais apoio a uma clientela em crescimento na região", acrescentou.

O anúncio acontece num momento em que o primeiro-ministro canadense Stephen Harper realiza uma turnê pela América do Sul, com o objetivo de incrementar o comércio bilateral com a região.

"Apesar de o Brasil ser o mais importante parceiro comercial do Canadá na América do Sul, as transações entre nossos países totalizaram apenas seis bilhões de dólares no ano passado", declarou Harper nesta quarta-feira, em São Paulo.

"Esforçando-nos para solucionar o que nos separa, vivemos um ciclo de boa vontade, de cooperação e de possibilidades econômicas", acrescentou, em referência ao conflito passado entre a Embraer e a Bombardier, que se acusavam mutualmente de receber subvenções públicas, em violação às regras do comércio international.

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