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BNDES reafirma realização de leilão de 4 distribuidoras da Eletrobras

O certame da Eletroacre, Amazonas Energia, Ceron (Rondônia) e Boa Vista (Roraima ) irá ocorrer às 10h do dia 30 de agosto na B3, em São Paulo

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Leilões: no último dia 26 de julho, o governo conseguiu leiloar a Cepisa (Piauí), adquirida pela Equatorial Energia, com uma proposta considerada bem agressiva (Adriano Machado/Bloomberg)

Leilões: no último dia 26 de julho, o governo conseguiu leiloar a Cepisa (Piauí), adquirida pela Equatorial Energia, com uma proposta considerada bem agressiva (Adriano Machado/Bloomberg)

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Luci Ribeiro, do Estadão Conteúdo

Publicado em 2 de agosto de 2018 às, 11h21.

Última atualização em 2 de agosto de 2018 às, 12h19.

Brasília - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) avisou no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 2, que o leilão de desestatização das distribuidoras Eletroacre, Amazonas Energia, Ceron (Rondônia) e Boa Vista (Roraima), do Grupo Eletrobras, irá ocorrer às 10h do dia 30 de agosto na B3, em São Paulo. A entrega dos documentos necessários à licitação deve ser feita uma semana antes, no dia 23 de agosto.

A publicação desta quinta-feira confirma o cronograma já divulgado pelo BNDES. Ao todo, governo e Eletrobras pretendem privatizar as seis distribuidoras da estatal que atuam no Norte e no Nordeste.

Por enquanto, a Ceal, em Alagoas, está de fora do calendário dos leilões. Uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski impede a realização da venda da empresa até que uma disputa financeira entre os governos estadual e federal seja resolvida.

No último dia 26 de julho, o governo conseguiu leiloar a Cepisa (Piauí), adquirida pela Equatorial Energia, com uma proposta considerada bem agressiva. O grupo ofereceu desconto de 8,5% na conta de luz dos consumidores do Piauí, aceitou pagar R$ 95 milhões para o Tesouro Nacional, algo que a União não esperava, e ainda se comprometeu a pagar sozinha, sem repassar às tarifas, o empréstimo subsidiado que bancou a empresa nos últimos dois anos, de R$ 878 milhões.

A Equatorial já é dona da Cemar (Maranhão) e da Celpa (Pará) e não descarta a possibilidade de disputar outras distribuidoras da Eletrobras no próximo leilão.

 

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