Negócios

Barnes & Noble anuncia separação de sua divisão de tablets

A editora de livros Barnes & Noble anunciou que separará sua divisão Nook, que produz tablets e livros eletrônicos

Loja da Barnes & Noble: ação é resposta às pressões de um fundo de investimentos (Justin Sullivan/AFP)

Loja da Barnes & Noble: ação é resposta às pressões de um fundo de investimentos (Justin Sullivan/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de junho de 2014 às 12h45.

Nova York - A editora de livros Barnes & Noble anunciou nesta quarta-feira que separará sua divisão Nook, que produz tablets e livros eletrônicos, em resposta às pressões de um fundo de investimentos, que quer assumir seu controle.

O plano do conselho de administração planeja separar esta divisão deficitária e colocar fim aos esforços da Barnes & Noble para competir com a gigante on-line Amazon.

O diretor-executivo da B&N, Michael Huseby, assegurou: "pensamos que estas atividades terão mais chances de dar mais valor aos acionistas se operarem separadamente".

As operações varejistas e o Nook Media "seguirão tendo uma relação bem-sucedida no longo prazo após a separação", disse.

A operação ainda deve ser aprovada pelo conselho de administração do grupo e receber o aval das autoridades.

A Barnes & Noble estava sob pressão do fundo G Asset Management (GAM), que em fevereiro exigiu uma separação das duas atividades e disse que estava disposto a pagar 22 dólares por ação para adquirir 51% da Barnes & Noble.

Os anúncios ocorrem num momento em que a Barnes & Noble informou sobre perdas líquidas de 36,7 milhões de dólares durante o quarto trimestre de seu ano fiscal, que, no entanto, foram inferiores aos 114,79 milhões de dólares de um ano antes. Seu volume de negócios chegou a 1,32 bilhão de dólares

Acompanhe tudo sobre:Barnes & NobleE-booksEmpresasEmpresas americanasTablets

Mais de Negócios

Empreendendo no mercado pet, ele saiu de R$ 50 mil para R$ 1,8 milhão. Agora, aposta em franquias

Ele quer chegar a 100 lojas e faturar R$ 350 milhões com produtos da Disney no Brasil

Shopee ultrapassa Amazon e se torna segundo e-commerce mais acessado do Brasil em maio; veja a lista

Por que a Cimed está disposta a pagar R$ 450 milhões pela Jequiti

Mais na Exame