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Último dia do Fórum de Davos tem 'guinada política'

Último dia do Fórum Econômico Mundial de Davos volta a falar da crise na Ucrânia e na proteção dos jornalistas

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Fórum Econômico Mundial de Davos (Pascal Bitz/World Economic Forum/Divulgação)

Fórum Econômico Mundial de Davos (Pascal Bitz/World Economic Forum/Divulgação)

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Carlo Cauti, enviado especial em Davos, Suíça

Publicado em 26 de maio de 2022 às, 06h38.

Última atualização em 26 de maio de 2022 às, 06h44.

O último dia do Fórum Econômico Mundial de Davos, nesta quinta-feira, 26, terá uma "guinada política".

Os tradicionais temas discutidos no Fórum de Davos, como o comércio internacional ou questões ESG, vão deixar espaço para assuntos ligados à conjuntura política internacional.

O dia começou com o painel "Defender a liberdade de imprensa", analisando questões sobre a segurança dos jornalistas.

O painel discutiu sobre quais medidas os governos e os atores do setor privado podem tomar para salvaguardar o papel de uma imprensa livre em sociedades vibrantes e resilientes.

Também se voltou a falar da guerra na Ucrânia, com o painel "Reconstruir Kiev", que viu a participação do prefeito da capital ucraniana, Vitaliy Klitschko.

Outro painel votado para a geopolítica é "Uma conversa com Hossein Amir-Abdollahian", Ministro das Relações Exteriores do Irã.

Sempre na manhã desta quinta-feira, o painel "Riscos globais em uma era de turbulência", discutiu sobre como o mundo deve se prepara para os riscos globais no horizonte de médio e longo prazo, antes que eles tenham um impacto severo nas sociedades, economias e negócios.

De acordo com o Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Global de Davos, 89% dos especialistas acreditam que as perspectivas para os próximos anos são voláteis, fraturadas ou cada vez mais catastróficas.

Volta do multilateralismo

Um dos painéis da manhã foi sobre o "Futuro da Cooperação Global", que discutiu sobre a existência de desafios globais.

Segundo o painel, esses desafios estão mais claros do que nunca, mas as instituições de meados do século 20 construídas para promover a cooperação global parecem cada vez mais frágeis.

O painel, ao qual participou a única brasileira que discursou nesta quinta, a ativista Ilona Szabó, fundadora do Instituto Igarapé, tratou do multilateralismo global, analisando se ainda é viável ou é mais provável que o futuro seja moldado por blocos, alianças e coalizões concorrentes.

Chanceler alemão conclui Fórum Econômico Global de Davos

O último painel, que ocorreu as 11h no horário de Davos (6h horário de Brasília), foi o encerramento do Fórum com o discurso especial de Olaf Scholz, chanceler federal da Alemanha.

No final, como de tradição, as considerações finais serão realizadas pelo Børge Brende, presidente do Fórum Econômico Mundial de Davos.

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