Mundo

Repsol retoma produção em campo de petróleo na Líbia

Apesar da retomada na produção, a Líbia ainda enfrenta uma tarefa dura para recuperar suas exportações


	Repsol: companhia vai voltar a produzir na Líbia
 (David Ramos/Bloomberg)

Repsol: companhia vai voltar a produzir na Líbia (David Ramos/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de janeiro de 2014 às 12h45.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - O petróleo voltou a jorrar em um dos maiores campos de exploração da Líbia operados pela multinacional espanhola Repsol. Apesar da retomada na produção, a Líbia ainda enfrenta uma tarefa dura para recuperar suas exportações em meio a insegurança e o bloqueio de portos de escoamento de petróleo no leste do país.

Sharara, que é localizado na região oeste e tem a Repsol como uma parceira, está produzindo 60 mil barris por dia, disse neste domingo Muhammad el-Harari, porta-voz da Companhia Nacional de Petróleo da Líbia. Ele confirmou a informação dada por um oficial no campo e disse que a produção deve crescer nos próximos dias. Sharara normalmente produz 300 mil barris por dia. A Repsol não comentou.

Na última semana, tribos nômades locais que ocupavam o campo concordaram em sair das instalações após chegarem a um acordo com o governo pelo reconhecimento de seus direitos civis.

Os terminais de petróleo do leste da Líbia, cujo bloqueio nos últimos quatro meses vem reduzindo dramaticamente as exportações do país, permaneceram fechados neste domingo, segundo informou el-Harari. Além disso, membros de joint-ventures estrangeiras expressaram preocupação com a insegurança crescente depois da morte de um empregado britânico de uma companhia de energia na semana passada.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoIndústria do petróleoÁfricaEnergiaLíbia

Mais de Mundo

Serviços já representam 86% da economia de Pequim e devem chegar a RMB 6 trilhões até 2030

EUA aprovam sanções contra Rússia, e Ucrânia anuncia orçamento militar recorde

Investigadores da ONU apontam possíveis crimes de guerra dos EUA no Irã

Canadá na União Europeia? Entenda como possibilidade muda a geopolítica