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EUA não chegam a conclusões sobre as armas químicas na Síria

A informação contradiz as declarações à imprensa de um de seus membros, a procuradora suíça Carla del Ponte


	A suíça Carla del Ponte: ela falou sobre a utilização de gás sarin pelos rebeldes
 (Fabrice Coffrini/AFP)

A suíça Carla del Ponte: ela falou sobre a utilização de gás sarin pelos rebeldes (Fabrice Coffrini/AFP)

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Da Redação

Publicado em 6 de maio de 2013 às 14h05.

Genebra - Os Estados Unidos carecem de informações de que rebeldes sírios tenham usado armas químicas, como argumentou um investigador de direitos humanos da ONU, afirmou um alto funcionário do Departamento de Estado.

"Não temos informação que sugiram que eles tenham a capacidade ou a intenção de usar tais armas", afirmou a fonte, que pediu para não ser identificada.

Segundo ele, a administração americana busca reunir a maior quantidade possível de elementos sobre o tema.

A comissão de investigação internacional independente sobre a Síria, formada pela ONU, afirmou nesta segunda-feira, em um comunicado, que "não conseguiu os resultados que permitam concluir que foram utilizadas armas químicas pelas partes em conflito".

"Em consequência e até o presente, a Comissão não está em condições de comentar essas alegações", acrescenta o comunicado, que contradiz as declarações à imprensa de um de seus membros, a procuradora suíça Carla del Ponte, que falou sobre a utilização de gás sarin pelos rebeldes.

Carla del Ponte afirmou que os rebeldes sírios utilizaram armas químicas e recorreram ao gás sarin (potente gás neurotóxico).

*Atualizado às 14h04

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