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Maersk evitará Mar Vermelho e Golfo de Áden 'no futuro previsível', após ataques rebeldes

A empresa lembra que, em 2 de janeiro, havia anunciado uma pausa no tráfego no Mar Vermelho e no Golfo de Áden

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NAVIO METTE MAERSK: reflexão sobre os efeitos dos custos de transporte e de outras barreiras ao comércio / Ilvy Njiokiktjien/ The New York Times

NAVIO METTE MAERSK: reflexão sobre os efeitos dos custos de transporte e de outras barreiras ao comércio / Ilvy Njiokiktjien/ The New York Times

A Maersk anunciou que estenderá uma pausa já em andamento "pelo futuro previsível" no tráfego de seus navios no Mar Vermelho e no Golfo de Áden. A companhia de transporte marítimo dinamarquesa recorrerá a uma rota mais ao sul, pelo Cabo da Boa Esperança, o que provoca atrasos e também maior custo.

A empresa lembra que, em 2 de janeiro, havia anunciado uma pausa no tráfego no Mar Vermelho e no Golfo de Áden, diante de ataques recentes, atribuídos a rebeldes houthis do Iêmen.

A situação "permanece altamente volátil" e "toda a inteligência disponível para nós confirma que o risco de segurança continua em um nível significativamente elevado", afirma a Maersk.

Com isso, a empresa optou pela mudança de rota em todas as embarcações.

"Entendemos o impacto potencial que isso terá em nossas operações de logística, mas fiquem com a garantia de que todas as decisões têm sido consideradas de modo cuidadoso e priorizam no fim das contas a segurança de nossas embarcações, do pessoal e de suas cargas", afirma o comunicado.

A suspensão das viagens na rota afetada deve ainda dar aos clientes mais consistência e previsibilidade, apesar dos atrasos associados com a mudança, aponta.

A Maersk diz que continua a esperar uma solução "sustentável no futuro próximo", mas "encoraja os clientes a se preparar para que persistam as complicações na área e para problema significativo na rede global" de transporte de mercadorias.

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