Mundo

Jornal Libération acolhe a redação da Charlie Hebdo

A redação do jornal foi vítima de atentado terrorista


	Mulher segura cópia do Charlie Hebdo: o jornal "Le Monde" também forneceu cinco computadores e material de informática para que a publicação possa voltar às bancas
 (Francois Lenoir/Reuters)

Mulher segura cópia do Charlie Hebdo: o jornal "Le Monde" também forneceu cinco computadores e material de informática para que a publicação possa voltar às bancas (Francois Lenoir/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 9 de janeiro de 2015 às 08h58.

Paris - A redação da revista "Charlie Hebdo", vítima do atentado terrorista que matou 12 pessoas na quarta-feira passada, se instalou nesta sexta-feira nos escritórios do jornal "Libération", que ofereceu seus dependências para que continue seu trabalho.

Os jornalistas chegaram por volta das 11h (horário local, 9h em Brasília) escoltados por um forte desdobramento policial, segundo informa a página do próprio "Libération".

"Equipe da "Charlie", vamos voltar", disse o advogado e colaborador da revista, Richard Malka, no momento da chegada dos cartunistas e jornalistas da revista satírica à redação.

O próprio Malka anunciou ontem que a "Charlie Hebdo" estará nas bancas na próxima quarta-feira com um número especial e uma tiragem de um milhão de exemplares.

O jornal "Le Monde" também forneceu cinco computadores e material de informática para que a "Charlie Hebdo" possa voltar às bancas para defender a liberdade de expressão.

Entre os assassinados na quarta-feira estavam o diretor da publicação, Stéphane Charbonnier ("Charb"), e quatro dos mais famosos caricaturistas da França. 

Acompanhe tudo sobre:TerrorismoAtaques terroristasJornais

Mais de Mundo

Gabinete de Netanyahu reage após Mamdani cogitar prisão durante Assembleia da ONU

Tudo sobre o incêndio na Espanha que já desabrigou 700 pessoas

EUA enviam caças F-16 e F-35 ao Oriente Médio e ampliam pressão sobre o Irã

Terremoto deixa ao menos seis mortos e mais de 30 feridos no Peru